Reportagem
“Quem não tem pão não tem liberdade. E há cada vez menos pão na mesa dos portugueses”
Maria João Lopes (Texto) e Enric Vives-Rubio (Fotos)
25/04/2015 - 21:52
Apesar do dia cinzento, pessoas de todas as idades desceram a Avenida da Liberdade, em Lisboa. Protestou-se contra o Governo, contra a austeridade, contra o desemprego. E também houve quem lembrasse que a liberdade de imprensa é um valor de Abril.
Álvaro Faria, 68 anos, tem um cravo na lapela e um autocolante, também com um cravo, no casaco. A mulher brinca: “Só te faltou trazer um cravo testa”. O director- geral de uma multinacional, ramo de software, faz questão de sair à rua no 25 de Abril. Mas não esconde algum desencanto: “Este Governo está a recuar em relação aos valores que foram conquistados por Abril, na saúde, na educação, na liberdade. Quem não tem pão, não tem liberdade. E há cada vez menos pão na mesa dos portugueses.”
Foi um entre os “muitos milhares”, segundo a Associação 25 de Abril, que se concentraram no Marquês de Pombal para desfilar pela Avenida da Liberdade. Apesar da tarde cinzenta e de uns pequenos pingos de chuva, os cartazes mantêm-se erguidos e as músicas de intervenção misturam-se com as palavras de ordem.
Reportagem completa no diário Público
Maria João Lopes (Texto) e Enric Vives-Rubio (Fotos)
25/04/2015 - 21:52
Apesar do dia cinzento, pessoas de todas as idades desceram a Avenida da Liberdade, em Lisboa. Protestou-se contra o Governo, contra a austeridade, contra o desemprego. E também houve quem lembrasse que a liberdade de imprensa é um valor de Abril.
Álvaro Faria, 68 anos, tem um cravo na lapela e um autocolante, também com um cravo, no casaco. A mulher brinca: “Só te faltou trazer um cravo testa”. O director- geral de uma multinacional, ramo de software, faz questão de sair à rua no 25 de Abril. Mas não esconde algum desencanto: “Este Governo está a recuar em relação aos valores que foram conquistados por Abril, na saúde, na educação, na liberdade. Quem não tem pão, não tem liberdade. E há cada vez menos pão na mesa dos portugueses.”
Foi um entre os “muitos milhares”, segundo a Associação 25 de Abril, que se concentraram no Marquês de Pombal para desfilar pela Avenida da Liberdade. Apesar da tarde cinzenta e de uns pequenos pingos de chuva, os cartazes mantêm-se erguidos e as músicas de intervenção misturam-se com as palavras de ordem.
Reportagem completa no diário Público
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