Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Três macacos sábios



Os Três Macacos Sábios (em japonês: 三猿, sanzaru/san’en ou 三匹の猿, sanbiki no saru) ilustram a porta do Estábulo Sagrado, um templo do século XVII localizado no Santuário Toshogu, na cidade de Nikkō, Japão. Sua origem é baseada em um provérbio japonês. Seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tapa a boca), que é traduzido como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal. A palavra saru, em japonês, significa macaco, e tem o mesmo som da terminação verbal zaru, que está ligado à negação.

Existem vários significados atribuídos aos macacos e ao provérbio que incluem associações com estar de boa mente, fala e ação. No mundo ocidental a frase é muitas vezes usada para se referir àqueles que lidam com impropriedade por fazer vista grossa

(Wikipédia)




Ilustração para a seção "Ciência Maluca" da Revista Superinteressante (Desenho de Ed Arruda)




segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Quantos segundos tem a eternidade?




Quantos segundos tem a eternidade?

Um pássaro retira, a cada século, um grão de areia a uma montanha.

Quando a montanha tiver assim desaparecido, escoou-se o primeiro segundo da eternidade.

[Da tradição oral judaica.]

 

(Lido em Xilre)


terça-feira, 9 de abril de 2019

Um provérbio cigano para o Dia Internacional do Cigano

Este cartaz é do ano passado, mas não faz mal, pois não?


Ontem, dia 8 de abril, foi o Dia Internacional do Cigano.

O objetivo deste dia é comemorar a cultura e a história do povo cigano, lutando para o seu reconhecimento e contra o preconceito e a discriminação sentida por essa comunidade.

Neste dia realizam-se atividades em Portugal, como exposições de fotografia sobre a cultura cigana e tertúlias sobre a sua integração.

É desde 1971 que se comemora o Dia Internacional do Cigano a 8 de abril, pois foi nessa data que se realizou o primeiro encontro internacional de ciganos em Orpingtion, nas redondezas de Londres. A data foi institucionalizada pela ONU, como International Romani Day.

(Trecho retirado de calendarr)

E eis esse provérbio cigano mencionado no título. O que acham?


Depois de amanhã, amanhã será ontem.


Fotografia de Patrícia Melo Moreira



sexta-feira, 5 de abril de 2019

Um provérbio oriental

Fotografia de Zé Pinho


Quem acredita em tudo que lê, melhor não tivesse aprendido a ler.

Provérbio oriental



terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Código moral do judo


Jigoro Kano (em japonês: 嘉納治五郎, Kanō Jigorō) (Mikage, 1860 — 1938) foi o fundador da arte marcial judô.

(Wikipédia)


Reparem, no Brasil a palavra é aguda (judô)







terça-feira, 31 de outubro de 2017

Origens do Dia das Bruxas

Fotografia de Teresa Teixeira


Dia das Bruxas (em inglês: Halloween, pronunciado /hæləʊˈiːn/, ou também /hæloʊˈiːn/) é uma celebração observada em vários países, principalmente no mundo anglófono, em 31 de outubro, véspera da festa cristã ocidental do Dia de Todos os Santos. Ela começa com a vigília de três dias do Allhallowtide, o tempo do ano litúrgico dedicado a lembrar os mortos, incluindo santos (hallows), mártires e todos os fiéis falecidos.

Acredita-se que muitas das tradições do Halloween originaram-se do antigo festival celta da colheita, o Samhain, e que esta festividade gaélica foi cristianizada pela Igreja primitiva. O Samhain e outras festas também podem ter tido raízes pagãs. Alguns, no entanto, apoiam a visão de que o Halloween começou independentemente do Samhain e tem raízes cristãs.

Entre as atividades de Halloween mais comuns, estão festas a fantasia, praticar "doce ou travessura", decorar a casa, fazer lanternas de abóbora, fogueiras, jogos de adivinhação, ir em atrações "assombradas", contar histórias assustadoras e assistir filmes de terror. Em muitas partes do mundo, as vigílias religiosas cristãs de Halloween, como frequentar os cultos da igreja e acender velas nos túmulos dos mortos, permanecem populares, embora em outros lugares seja uma celebração mais comercial e secular. Alguns cristãos historicamente se abstêm de carne no Dia das Bruxas.

 (Wikipédia)



Fotografia de Tiago Lourenço





segunda-feira, 18 de abril de 2016

quarta-feira, 30 de março de 2016

A Aitana vai mascarar-se assim no próximo Carnaval



A Aitana, da turma de 4º A, escreveu que ela gosta da cultura japonesa e, se bem me lembro, ela gostava de fazer uma viagem ao Japão. Será que já se mascarou alguma vez de geisha? Se calhar, no próximo ano, a Aitana vai pelas ruas de Badajoz deste jeito.





(Fotografias de Watanabe san)





segunda-feira, 23 de março de 2015

Um provérbio árabe




O que acham deste provérbio árabe? Seriam capazes de o pôr em prática na vida?








sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O moai da Ana



Vou explicar o título da mensagem. Era a primeira aula da passada quarta-feira, primeiro dia de aulas; a hora de direção de turma, cumprimentar os alunos, que deviam copiar o horário, ouvir as instruções dadas pela "Jefatura de Estudios", preencher uma ficha com os dados pessoais, etc. Quer dizer, era uma aula mais relaxada. E uma aluna, a Ana Ortiz, tão relaxada estava, que até fez um desenho que me mostrou: um moai da Ilda de Páscoa. Eu disse-lhe que faria uma pesquisa, porque me lembrava de ter visto um moai na pedreira, ainda sem terminar. Afinal achei uma fotografia.

Toda a gente sabe o que são os moai, onde fica a Ilha de Páscoa, a quem pertence...? Então, cá temos, a partir do desenho da Ana, uns dados e umas fotografias para todos, porque saber é bom.


A Ilha de Páscoa (em espanhol: Isla de Pascua, em rapanui é denominada Rapa Nui ("Ilha Grande"), Te Pito O Te Henúa ("Umbigo Do Mundo") e Mata Ki Te Rangi ("Olhos Fixos No Céu") é uma ilha da Polinésia oriental, localizada no sul do Oceano Pacífico. Está situada a 3 700 km de distância da costa oeste do Chile e constitui a província chilena de Ilha de Páscoa. Sua população em 2002 era de 3 791 habitantes, 3 304 dos quais viviam na capital Hanga Roa. É famosa pelas suas enormes estátuas de pedra, faz parte da V Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.

(Wikipédia).


O Rapanui ou Rapa Nui são os habitantes nativos polinésios da Ilha de Páscoa.

Para os curiosos, “As estátuas da Ilha de Páscoa possuem um corpo”!








Um moai inacabado





A ilha de Páscoa, aí "ao pé" do Chile...




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Um cartoonista sírio contra a guerra






Juan Zero quer reactivar a infância perdida das crianças sírias com cartoons 


Antes de ser cartoonista, Juan Zero é um miúdo grande que o pai não ouvia. Por causa disso, agora quer "reactivar a infância" aos miúdos que já viram demasiado. Zero nasceu em Damasco, filho de pai de Homs e de mãe curda. É cartoonista desde os 20 anos, já lá vão quase 13. Recusa rótulos. "Juan é um nome muito curdo", diz. "Eu não sou nada." Quando a revolução síria começou, em Março de 2011, Juan continuou a desenhar. Só que cada vez desenhava mais e às tantas desenhar já nem era o mais importante.


(Uma notícia do jornal português Público)





domingo, 29 de setembro de 2013

O que acham desta notícia?



O que acham, sobretudo as nossas alunas, desta notícia?


Xeque saudita defende que conduzir danifica os ovários das mulheres 

A Arábia Saudita é o único país do mundo que proíbe as mulheres de conduzir


Saleh bin Saad al-Lohaidan, um dos religiosos conservadores mais importantes da Arábia Saudita, defendeu que a condução de automóveis pode danificar os ovários das mulheres.

"Se uma mulher conduz um carro sem que seja absolutamente necessário pode sofrer consequências psicológicas negativas, já que existem estudos médicos fisiológicos que demonstram que a condução afecta automaticamente os ovários e pressiona a pélvis para cima", afirmou o xeque saudita. "Por isso achamos que aquelas que conduzem habitualmente têm crianças com problemas clínicos de diferentes níveis", assegurou numa entrevista dada à publicação digital Sabq.org.

Saleh bin Saad al-Lohaidan defendeu ainda que as mulheres que desafiam a proibição de conduzir deviam privilegiar "a razão em vez do coração, emoções e paixões". A Arábia Saudita é o único país do mundo que proíbe as mulheres de conduzir. Apesar de não exisitir uma lei específica, apenas os homens têm direito a obter carta de condução. A proibição baseia-se em fatwas (éditos) emitidos por líderes religiosos wahhabitas, corrente rigidamente puritana muito influente junto da monarquia saudita. As mulheres que forem identificadas a conduzir podem ser multadas e detidas. Na Arábia Saudita, as mulheres precisam de uma autorização por escrito do marido, pai, irmão ou mesmo do filho para sair do país, trabalhar ou até submeter-se a operações cirúrgicas.

(Notícia completa no jornal Publico, 29-setembro-2013)



sexta-feira, 9 de março de 2012

O que tem a ver Castelo Branco com a China?

EBI João Roiz

A EBI João Roiz, com a qual a nossa Escola vai fazer um intercâmbio no mês de Abril, encontra-se na Av. Cidade de Zhuhai de Castelo Branco. Esta cidade portuguesa é geminada da cidade chinesa de Zhuhai (em espanhol diríamos que están hermanadas, sabem o que é isso?).






Por enquanto, vamos ver o que nos diz a Wikipédia sobre Zhuhai:


Zhuhai (chinês: 珠海; pinyin: Zhūhǎi; lit. "Mar de Pérola") é uma cidade chinesa com cerca de 1.332.000 habitantes (dados de 2004), localizada na província de Guangdong, no Sul da China e faz fronteira com a Região Administrativa Especial de Macau a Sul.

Zhuhai tornou-se uma cidade autónoma em 1979 e no ano seguinte tornou-se uma Zona Económica Especial.

A cidade é servida pelo Aeroporto Internacional de Zhuhai localizado no distrito municipal de Doumen. Em 1999, um mês antes da transição da soberania sobre Macau de Portugal para a China, foi inaugurada a Ponte Flor de Lótus para permitir escoar o trânsito entre Zhuhai e Macau.

Em Zhuhai localiza-se o autódromo Zhuhai International Circuit. O circuito atualmente recebe a etapa chinesa da A1 Grand Prix.

Zhuhai é geminada da cidade portuguesa de Castelo Branco e da cidade brasileira de Vitória.


E toda a gente sabe que Macau foi colónia portuguesa desde o século XVI até ao dia 19 de Dezembro de 1999.


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O que é BUALA?


Há mais ou menos um ano pus um link na seção INTERESSANTE E PRÁTICO do nosso blogue: Buala - cultura contemporânea africana, "o primeiro portal multidisciplinar de reflexão, crítica e documentação das culturas africanas contemporâneas em língua portuguesa, com produção de textos e traduções em francês e inglês (...) A língua portuguesa, celebrada na diversidade de Portugal, Brasil e Áfricas, dialoga com o mundo. 
 "

Agora por causa do aniversário acho bem chamar a atenção sobre esta associação, quer dos alunos mais velhos e curiosos, quer de qualquer visitante de Ao pé da Raia.

Das palavras da apresentação deste portal pronunciadas por Marta Lança nas V Jornadas de Língua Portuguesa e Cultura Lusófona da APPEX (Asociación de Profesores de Portugués en Extremadura), celebradas ontem em Mérida, salientamos estas: "A valorização da língua portuguesa na sua pluralidade". Marta Lança, mais Marta Mestre, Francisca Bugalho e Guillerme Cartaxo são os fazedores de BUALA.
Em Sobre nós, lemos o seguinte:

A Associação BUALA actua na criação e fortalecimento de pontes culturais entre África, Portugal e Brasil. Criámos uma rede de trabalho que se materializa num portal online de reflexão, crítica e documentação das culturas africanas contemporâneas, com produção de textos sobretudo em língua portuguesa e traduções em francês e inglês, de abordagem multissectorial e interdisciplinar. Do significado de BUALA (casa, aldeia, comunidade na língua quimbundo) retemos esse ponto de encontro entre várias geografias e contribuições, de todos os países de língua portuguesa, celebrada na sua diversidade. O conceito de África é aqui entendido no diálogo com o mundo, e vai do Rio de Janeiro a Lisboa, com várias bases no continente africano e nas ilhas.

(...)

Interessa-nos o património cultural africano de uma forma abrangente, na sua vertente contemporânea, contribuindo para o seu revitalizar constante, em termos de produção e intercâmbio cultural. (...)

Para fortalecer esta dinâmica apostamos também na formação, na ligação entre os núcleos de colaboradores: artistas, agentes culturais, investigadores, jornalistas, programadores, estudantes. Para isso promovemos módulos de formação em jornalismo cultural e produção nas cidades onde o BUALA está implantado. Fazemos debates mensais sobre assuntos ligados à representação de África em vários contextos culturais (em Lisboa, no Chapitô).

Os textos, inéditos ou não, sobre as culturas africanas contemporâneas, estão distribuídos nas seguintes secções: vou lá visitar – exposições, bienais, festivais, viagens; cara a cara – autores, objectos; afroscreen – cinema e multimédia; a ler - ensaios e reportagens; mukanda – divulgação do pensamento de autores africanos, manifestos, textos políticos e literários; palcos – artes do palco, dança, teatro e música; cidade – pensar a cidade e a urbanização; preparamos um arquivo onde se disponibilizarão materiais da autoria de Ruy Duarte de Carvalho e sobre a sua obra. Pode ainda encontrar o blog Dá Fala recheado de divulgação cultural e académica, imagens, sons e video, a secção Galeria com 15 exposições virtuais. Disponibilizamos ainda biografias dos autores.

O BUALA iniciou actividade a 25 de Maio de 2010, dia de África (...)

BUALA concentra e disponibiliza materiais, imagens, projectos, intenções, afectos e memórias. É uma plataforma construída para as pessoas. Uma rede de trabalho para profissionais da cultura e do pensamento. Artistas, agentes culturais, investigadores, jornalistas, curiosos, viajantes e autores, todos se podem encontrar e habitar este BUALA.


 Vamos lá mergulhar em BUALA!


Fotografia de J.D. Ojeikere retirada da Galeria de Buala



terça-feira, 24 de maio de 2011

O que é o tupi?



O tupi é uma língua indígena extinta, originária do povo Tupinambá, no Brasil, que teve sua gramática estudada pelos jesuítas, e que deu origem a dois dialetos, hoje considerados línguas independentes: a Língua Geral Paulista, e o Nheengatu (Língua Geral Amazônica). Esta última ainda é falada até hoje na Amazônia.

A maior parte das palavras tupis são constituída por raízes com uma ou duas sílabas que já definem praticamente de que assunto se trata. Por exemplo: CAA é mato, planta, SOO é animal, bicho, aliás, no mundo inteiro e em qualquer língua, qualquer jardim zoológico é ZOO ou SOO, dependendo da pronúncia mais ou menos branda. "Y" é sempre água ou um líquido qualquer. "A" é cabeça, coisa arredondada e também semente, raiz. Tais monossílabos se perdem no passado da humanidade e não se sabe a origem deles. Outras raízes importantes são: Sy (mãe), Tuba ou Ruba (Pai, tronco), Aba (Pessoa, homem, índio), Yby (Terra, chão), Oca (Casa, abrigo), An (Sombra, vulto, fantasma), (Talo, haste), Itá (Pedra, objeto duro, metal duro), Ara (Dia, luz, clima, tempo, hora, nascer, ave). Como se pode observar, são substantivos simples e com eles são compostos uma infinidade de vocábulos. É muito importante saber esses vocábulos para que se identifique de imediato de que se trata um assunto.

A infinidade de nomes tupis que encontramos na geografia brasileira, nas denominações dos animais, plantas etc., são quase sempre descrições perfeitas e rigorosas das coisas a que se referem e envolvem uma explicação inteira. Cada palavra é uma verdadeira frase, o que, aliás, é um dos grandes prazeres do estudo da língua. Decifrar o significado das palavras, recorrendo, inclusive, a uma visita ao local. Um bom exemplo disso é:

Paranapiacaba = parana + epiaca + caba / mar + ver + lugar + onde. Lugar de onde se vê o mar.

A língua tupi é aglutinante, não possui artigos (assim como o Latim) e não flexiona em gênero e nem em número.

Vejamos outros exemplos destes topónimos e os seus significados:


Lista de cidades e localidades (nome tupi-guarani + significado)


Abaeté: homem forte, homem de respeito

Aracaju: lugar antigo

Araxá: bela vista

Botucatu: bons ares

Curitiba: pinheiral

Guaratinguetá: muitas garças brancas

Itabira: pedra levantada

Itamarati: pedras brancas

Itanhaém: pedra que canta

Itatiba: muitas pedras

Pará: rio mar

Paraíba: rio ruim

Paraitinga: rio de águas claras

Paranaguá: grande mar redondo

Pirassununga: lugar onde o peixe faz barulho

Sorocaba: terra rasgada

Tabapuã: aldeia em local alto

Tijuca: brejo

Ubatuba: muitas canoas, porto

Uberaba: água cristalina

Uiraúna: pássaro preto

Umuarama: lugar de pessoas amigas



Rios, relevos e acidentes geográficos (nome tupi-guarani + significado)

Guanabara: baia grande

Iguaçu: rio grande

Iguatemi: rio verde escuro

Ipanema rio de agua ruim

Ipiranga: rio vermelho

Jericoacoara: local das tartarugas



(Fonte: Wikipédia. Adaptado)


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Timor e timorenses



Apareceu a palavra timorenses na sala de aula dos alunos do 4º ano e alguém perguntou. por essa palavra. Vamos aprender alguma coisa sobre o país dos timorenses.


Timor-Leste (oficialmente República Democrática de Timor-Leste) é um dos países mais jovens do mundo, e ocupa a parte oriental da ilha de Timor na Ásia, além do exclave de Oecussi, na costa norte da parte ocidental de Timor, da ilha de Ataúro, a norte, e do ilhéu de Jaco ao largo da ponta leste da ilha.



Conhecido no passado como Timor Português, foi uma colónia portuguesa até 1975, altura em que se tornou independente, tendo sido invadido pela Indonésia três dias depois. Permaneceu considerado oficialmente pelas Nações Unidas como território português por descolonizar até 1999. Foi, porém, considerado pela Indonésia como a sua 27.ª província com o nome de "Timor Timur". Em 30 de Agosto de 1999, cerca de 80% do povo timorense optou pela independência em referendo organizado pela Organização das Nações Unidas.

A língua mais falada em Timor-Leste era o indonésio no tempo da ocupação indonésia, sendo hoje o tétum (mais falado na capital). O tétum e o português formam as duas línguas oficiais do país, enquanto o indonésio e a língua inglesa são consideradas línguas de trabalho pela atual constituição de Timor-Leste. Devido à recente ocupação indonésia, grande parte da população compreende a língua indonésia, mas só uma minoria o português.

(Retirado da Wikipédia)