Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Assim era Isabel de Portugal

Pintura de Ticiano no Museu do Prado

Na aula da passada quinta-feira, a professora Catarina falou-nos da data 1 de dezembro de 1640 e do que se passou desde o ano 1580 até essa altura, em que os reis de Portugal foram castelhanos, espanhóis.

Só recordar aqui isto: "Em 1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. A razão para a escolha foi simples: Filipe II era filho da infanta D. Isabel e também neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono." (Site Júnior)

A mensagem de hoje é para saber um pouco da mãe do nosso Filipe II, Isabel de Portugal, imperatriz do Sacro Império Romano-Germânico. Reparem no quadro, uma obra-prima do pintor italiano Ticiano.

D. Isabel de Portugal (Lisboa, 24 de Outubro de 1503 — Toledo, 1 de Maio de 1539) foi filha do rei D. Manuel I e da rainha D. Maria de Aragão e Castela. Diziam-na belíssima, como prova o retrato pintado por Ticiano. Morreu de complicações no parto, no Palácio de Fuensalida em Toledo, estando sepultada no Panteão do Escorial.

Era irmã de D. João III e do Cardeal-Rei D. Henrique, reis de Portugal. Inteligente e culta, criada no esplendor da mais rica corte europeia do seu tempo, em Lisboa, na educação da imperatriz participaram também, por influência de sua mãe, os castelhanos Beatriz Galindo, la Latina e o humanista Luís Vives. Foi longamente regente em nome de Carlos V, entre 1528 e 1533, primeiro, e de 1535 a 1538 novamente, enquanto o marido se ausentou, em guerra.

Além disso, teve muita importância em relação à educação do seu primogénito, que viria a ser Filipe II de Espanha, e I de Portugal, de língua materna portuguesa, criado e educado pelas damas lusitanas de sua mãe durante a infância.

(Wikipédia)



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

"Falamos Português" em Canal Extremadura - 7 de dezembro de 2013



Programa Falamos Português do dia 7 de dezembro no Canal Extremadura. Nele Jacques Songy e Paula Ferreira ensinam aos telespectadores o uso do futuro simples do modo indicativo em português e recomendam-nos alguns museus da raia e de Portugal.








sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Morreu Nelson Mandela



"Morreu Madiba. Morreu Nelson Mandela. Homem de Estado, Presidente da África do Sul (1994-1999), o mais conhecido presidiário do mundo, defensor da liberdade e dos direitos dos desfavorecidos, paladino da igualdade de oportunidades e do fim de todas as formas de opressão, Nelson Mandela morreu hoje [dia 5] em casa em Joanesburgo. Tinha 95 anos de idade."

(A notícia no Expresso)


Trazemos uns versos de um autor alemão que parecem  ter sido escritos de propósito para homens como Nelson Mandela, que passou 27 anos da sua vida na prisão por defender os direitos da povoação negra da África do Sul, que não existiam para a minoria branca no poder,  e foi um exemplo para muitas pessoas em todo o mundo.


Há homens que lutam um dia, e são bons
Há os que lutam um ano, e são melhores
Há homens que lutam muitos anos, e são muito bons
Mas há os que lutam toda a vida...
Esses... são os imprescindíveis...

Bertolt Brecht


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Antes o poço da morte (Sérgio Godinho + Xutos & Pontapés )



O grande cantor Sérgio Godiho revisita uma das suas canções com a colaboração de uma banda portuguesa, os Xutos & Pontapés, que têm uma carreira de mais de trinta anos!

Godinho é um grande contadro de histórias, já cá esteve no blogue e há de vir, até com alguma das canções já publicadas no blogue. Valem realmente a pena.

Cantemos com eles! Ficar parado? / Antes o poço da morte  / que tal sorte. Lá em baixo há umas fotografias para melhor perceberem a canção.


ANTES O POÇO DA MORTE

Como no poço da morte
como no poço da morte
a gente roda e gira e gira
a gente joga tudo
a gente arrisca a vida
a gente roda e gira
rumo à terra prometida
e quando lá chegamos
já a encontramos revolvida
a terra que sempre se desejou
e que se deixa de reconhecer
no dia em que se vai p'ra lá morar

Mas como se costuma dizer
tem que ser
porque parar, nunca!
Ficar parado?
Antes o poço da morte
que tal sorte

Como no poço da morte
como no poço da morte
a gente roda e nos ouvidos
os motores vão formando melodias
cantadas logo em coro
P'ra conjurar avarias
que os motores nunca falhem
que esta vida são dois dias
são viras e são rocks e são hinos
que a gente deixa de saber de cor
no instante que se acaba de cantar

Mas como se costuma dizer
tem que ser
porque parar, nunca!
Ficar parado?
Antes o poço da morte
que tal sorte

Como no poço da morte
como no poço da morte
a gente gira contra ventos e marés
e tempestades e tornados
como os miúdos teimam
em ficar acordados
e lutam contra o sono
com os olhos arregalados
assim nós também p'ra lá da fadiga
giramos acordamos e dizemos:
eu tenho a morte toda p'ra dormir

Mas como se costuma dizer
tem que ser
porque parar, nunca
Ficar parado?
Antes o poço da morte
que tal a sorte

Como o poço da morte
como o poço da morte
a gente roda e gira e queima o tempo
e queima gasolina e queima etapas
a gente puxa o brilho
aos motociclos e nas chapas
reluzem nossos fatos
nossas botas, nossas capas
e com a certeza já de estontearmos
ligamos os motores um dia mais
E vai de roda e gira sem parar

Mas como se costuma dizer
tem que ser
porque parar, nunca
Ficar parado?
Antes o poço da morte
que tal sorte














1º de dezembro: Dia da Restauração da Independência

Obelisco comemorativo da restauração da independência em Lisboa
(Praça dos Restauradores)


A Restauração da Independência é a designação dada ao golpe de estado revolucionário ocorrido a 1 de dezembro de 1640, chefiada por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o Reino, pela revolta dos portugueses contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina castelhana, e que vem a culminar com a instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança - com a aclamação de D. João IV.

Esse dia, designado como Primeiro de Dezembro ou Dia da Restauração, é comemorado anualmente em Portugal com muita pompa e circunstância desde o tempo da monarquia constitucional. Uma das primeiras decisões da República Portuguesa, em 1910, foi passá-lo a feriado nacional como medida popular e patriótica. No entanto, essa decisão foi revogada pelo XIX Governo Constitucional, de Passos Coelho, passando o feriado a comemorar-se em dia não útil a partir de 2012.

(Wikipédia)

O Dia da Restauração da Independência no site Júnior.



*


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Para quem ainda diz "Eu foi"


Lá isso é. Como diz o cão: Eu fui, porque foi é terceira pessoa, para ele, ela, você, o senhor, a senhora..., mas não para a primeira. Insisto:

Eu fui



(Fonte: Humor inteligente)




O que é uma cábula?




Esta mensagem não é para encorajar os alunos a usarem cábulas nos exames, é claro, mas simplesmente para conhecerem os significados desta palavra em português. Lembrei-me dela porque houve uma aluna do 4º ano que foi surpreendida pelo professor com uma cábula escrita na mão durante a prova do Primeiro Período. Vejamos o que o Dicionário da Academia das Ciências nos diz:


cábula (1)

s.f 1. Falta de assiduidade do estudante às aulas e de aplicação no estudo ≈ CABULICE. 2. Manha ou ardil com o fim de se esquivar ou fugir a obrigações ou incumbências. Usou de cábula para não ser o escolhido para o desempenho daquela tarefa desagradável. 3. Apontamento escrito, preparado pelo estudante, com o fim de o utilizar fraudulentamente em prova, em trabalhos escolares.

cábula (2)
s. m. e f. 1. Estudante pouco aplicado, pouco estudioso, pouco assíduo às aulas. O filho é um cábula, só estuda mesmo em cima dos exames. 2. Pessoa manhosa, ardilosa, que se esquiva de cumprir as suas obrigações.



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A leitura prejudica alguma coisa?



Pois é, a leitura tem este devastador efeito sobre a ignorância. Viver na ignorância é terrível. É por isso que ler faz bem à saúde.


(Fonte: Eu amo ler)




segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

"Falamos Português" em Canal Extremadura - 30 de novembro de 2013


Programa Falamos Português do dia 30 de novembro no Canal Extremadura. Nele trata-se do uso do condicional, dos adjetivos e dos seus graus e aprendem-se várias maneiras de dar uma opinião.






Já te imaginaste a nadar ao lado de porcos?




Já te imaginaste a nadar ao lado de porcos?

Na ilha de Big Major Cay, nas Baamas, os porcos são autênticos nadadores.

São cerca de vinte porcos, que habitam a ilha juntamente com gatos e cabras. Os humanos que por ali passam são turistas mas ninguém habita permanentemente a ilha.

Não há ainda um estudo científico que identifique a real causa para este fenómeno. Uma das teorias diz que os porcos foram deixados na ilha por um grupo de marinheiros que tencionava regressar mas nunca voltaram. Os porcos sobreviveram com os restos de comida deitada à água por barcos em passagem.

Outra possível causa, dizem, é que os porcos foram os únicos sobreviventes de um naufrágios. Há ainda quem associe estes porcos a uma atração turística para aquela ilha das Baamas.


Esta curiosa notícia foi retirada da revista Forum - Estudante. Há um link no blogue.