Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.
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quinta-feira, 21 de março de 2019

Gostam de Bach?


Este allegro, do Concerto para Violino em Lá menor, BWV 1041, não é uma beleza? Esta música tem vitaminas para o espírito!

Johann Sebastian Bach (Eisenach, 21 de março de 1685 — Leipzig, 28 de julho de 1750) foi um compositor, cravista, Kapellmeister, regente, organista, professor, violinista e violista oriundo do Sacro Império Romano-Germânico, atual Alemanha.

(Wikipédia)


Caricatura de Bach por Gilmar Fraga



Busto de Bach na cidade alemã de Weimar (Fotografia de Peter)



sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Modinha, de Villa-Lobos (Marzano e Franzi)



Uma composição de Heitor Villa-Lobos, interpretada por Francesco Marzano à flauta e Gabriele Franzi à viola.Uma pérola de nem dois minutinhos.

Franzi esteve aqui anteontem a interpretar Samba triste.





sexta-feira, 30 de novembro de 2018

"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música..." (Rubem Alves)


Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.

Rubem Alves


Rubem Alves (1933 — 2014) foi um psicanalista, educador, teólogo, escritor e pastor presbiteriano brasileiro. Foi autor de livros religiosos, educacionais, existenciais e infantis.


Choro número 1, de Villa-Lobos


Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 — Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um compositor brasileiro.

Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contêm nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares e indígenas.

No Brasil, sua data de nascimento é celebrada como Dia Nacional da Música Clássica.


Choro número 1, para piano



sexta-feira, 13 de abril de 2018

Melodia sentimental (Heitor Villa-Lobos)

"A solista das Meninas Cantoras de Petrópolis, Mariana de Araujo Gomes, interpreta a Melodia Sentimental de Villa Lobos. O presente video é uma produção de Renata Duriez, realizada em setembro de 2008."

Bela música do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887 - 1959). Hoje de manhã ouvimos na sala de aula uma versão instrumental. Se alguém aparecer aqui à tarde, pode ouvir uma versão cantada, com a letra que escreveu Dora Vasconcelos para esta peça de Villa-Lobos.


Melodia sentimental

Acorda, vem ver a lua
Que dorme na noite escura
Que surge tão bela e branca
Derramando doçura

Clara chama silente
Ardendo meu sonhar
As asas da noite que surgem
E correm o espaço profundo

Oh, doce amada, desperta
Vem dar teu calor ao luar
Quisera saber-te minha
Na hora serena e calma

A sombra confia ao vento
O limite da espera
Quando dentro da noite
Reclama o teu amor

Acorda, vem olhar a lua
Que brilha na noite escura
Querida, és linda e meiga
Sentir seu amor é sonhar



Melodia Sentimental (Heitor Villa-Lobos)

The Setras

Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 — Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um compositor brasileiro.

Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contêm nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares e indígenas.

No Brasil, sua data de nascimento é celebrada como Dia Nacional da Música Clássica.

(Wikipédia)




quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Maria João Pires interpreta um Impromptu de Schubert



Esta mensagem vai dedicada para uma aluna nova na nossa escola, da turma de 3º A, a Melania, que toca piano. Com esta bela música, despeço-me de vocês até segunda-feira. Bom fim de semana prolongado, boa ponte!

Impromptu para piano em Sol bemol maior, D. 899/3 (Op. 90/3) de Franz Schubert, interpretado pela grande pianista portuguesa Maria João Pires. A gravação deste ábum foi realizada no Concertgebouw, na cidade neerlandesa de Haarlem, em 1996, e no Palácio de Queluz, em Portugal, em 1997.


Maria João Pires (1944) é uma pianista portuguesa, naturalizada brasileira em 2010 e residente no Brasil desde 2006.

(Wikipédia)





"Maria João Pires distinguida pelos prémios Gramophone" (11-09-2015)




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Matemática, animação vídeo... e música de Bach!




Quem estiver interessado, pode escutar o violoncelista Yo-Yo Ma a interpretar esta peça de Bach em baixo, e comparar.








sexta-feira, 11 de abril de 2014

Despedida até depois das férias



Alunos do 3º e 4º anos. Hoje é o ultimo dia de aulas na escola. Depois da canção Máquina zero de Rui Veloso, que ouvimos ontem, agora sim, despeço-me mesmo.

O Entr'acte no. 3 da Rosamunde de Schubert não tem nada a ver com essas notas dançarinas que podem ver lá em cima. Aconteceu assim: lembrei-me por acaso dessa música e achei que valia a pena vocês poderem ouvi-la.


Boas férias!






(Fonte do gif: Ephemeral Films)




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O compositor Luís de Freitas Branco



Luís de Freitas Branco (1890-1955) foi um compositor português e uma das mais importantes figuras da cultura portuguesa do século XX.

Desenvolveu actividade em diversos domínios da vida cultural. Educado no meio familiar, cedo tomou contacto com a música, aprendendo violino e piano. Aos 14 anos compõe canções que atingem grande popularidade. Aos 17 inicia a crítica musical no Diário Ilustrado. Estuda também órgão.

Em 1910 viaja até Berlim para estudar composição, música antiga e metodologia da história da música. Em Maio de 1911 viaja até Paris onde conhece Claude Debussy e a estética do Impressionismo. Em 1916 é nomeado professor no Conservatório de Lisboa, sendo seu subdirector entre 1919 e 1924.


(Fonte: Wikipédia)


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Maria João Pires



Maria João Pires (1944) é uma das figuras mais marcantes da cultura portuguesa.

Muito cedo aprendeu a tocar piano: aos cinco anos deu o seu primeiro recital e aos sete tocou publicamente concertos de Mozart. Com nove anos recebeu o prémio da Juventude Musical Portuguesa. Entre 1953 e 1960 estuda no Conservatório de Lisboa. Prossegue os estudos musicais na Alemanha, em Munique e em Hannover.

Maria João Pires torna-se reconhecida internacionalmente ao vencer o concurso internacional do bicentenário de Beethoven em 1970, que se realizou em Bruxelas.

Fez na sua carreira numerosas digressões onde interpretou obras de Bach, Beethoven, Schumann, Schubert, Mozart, Brahms, Chopin e muitos outros compositores dos períodos clássico e romântico. Maria João Pires é convidada com regularidade pelas grandes orquestras mundiais para tocar nas melhores salas de concerto, apresentando-se regularmente na Europa, Canadá, Japão, Israel e nos Estados Unidos.

Tem desenvolvido actividade tanto a nível individual (recitais, concertos, gravações) como em música de câmara: dos numerosos êxitos discográficos, destacam-se as gravações "Moonlight", com Sonatas de Beethoven; "Le Voyage Magnifique", integral dos Impromptus de Schubert; "Nocturnos" e outras obras de Chopin; as Sonatas para piano de Mozart e os Trios de Mozart com Augustin Dumay (violino) e Jian Wang (violoncelo).

É a fundadora e dirigente do Centro de Belgais para o Estudo das Artes, no concelho de Castelo Branco, de cariz pedagógico, cultural e social, trabalho pelo qual recebeu o Prémio Unesco para a Defesa dos Direitos Humanos. Foi distinguida com o Prémio Pessoa em 1989.

(Extraído da Wikipedia e adaptado)

Em 2009 a pianista,renunciou à nacionalidade portuguesa. Porquê? Decepcionada com o modo como tem sido tratada a nível governamental, sobretudo no seu projecto de ensino artístico de Belgais (Castelo Branco), Maria João Pires, que tinha dupla nacionalidade, decidiu ficar apenas com a brasileira.