Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Resumo e fotografias da nossa vista a Évora

Igreja de São Francisco


No passado dia 26 de março um grupo formado pelos alunos de 4º A e 12 alunos de 3º D fizeram uma viagem cultural a Évora, acompanhados pelos professores Pedro Cuadrado e Catarina Lages, do Instituto Camões, que lecciona 6 horas de Português na nossa Escola.

Foi um frio dia de céu azul, um belo dia. A nossa visita começou pela Igreja de São Francisco, e a seguir, a vizinha Capela dos Ossos. O percurso seguiu até ao Templo Romano, a Universidade e, ao meio-dia, tínhamos marcada uma visita guiada à exposição na Fundação Eugenio de Almeida.

Os alunos gostaram muito desta exposição: obras da coleção do mais importante centro de arte e tecnologia do mundo, o ZKM | Zentrum für Kunst und Medientechnologie Karlsruhe [ZKM | Center of Art and Media Karlsruhe], Alemanha, de que já soubemos alguma coisa no blogue. Evidentemente, eram obras de uma arte muito diferente da que eles podem ter ouvido falar ou visto nos livros. Será que eles se lembram desta palavra, interagir?, porque é o que muitos deles fizeram com as obras expostas.

(Hei de perguntar a Catarina se tem mais alguma fotografia para o nosso blogue)


 Entrada à Capela dos Ossos


 Junto do Templo Romano




 Entrando ao Pátio da Universidade




 A Marta a interagir com uma obra de arte. Conforme tocava com o lápis na maçã, podíamos ouvir um pequeno barulho de trincadelas, e quase acabou por comer a maçã toda


 Criando kanjis ao calhas


 Estas folhinhas mexiam-se!


O Pablo e o Jorge preparados para interagiarem com a obra de arte


 A Isabel e a Elena (mais a Laura e a Maria  à direita)


Quantos objetos deixaram os nosso alunos nesta obra?


Palácio de D. Manuel e Jardins. Pouco antes de voltarmos para Badajoz



segunda-feira, 24 de março de 2014

Duas plantas do centro de Évora






INTER[IN]VENÇÃO na Fundação Eugénio de Almeida, em Évora

Fotografia e texto retirados da página da Fundação Eugénio de Almeida


Exposição que vamos visitar na nossa viagem cultural a Évora.


INTER[IN]VENÇÃO
Até 13 abril de 2014

Exposição de obras da coleção do mais importante centro de arte e tecnologia do mundo, o ZKM | Zentrum für Kunst und Medientechnologie Karlsruhe [ZKM | Center of Art and Media Karlsruhe], Alemanha.


O Fórum Eugénio de Almeida apresenta, pela primeira vez na Península Ibérica, uma ampla seleção de obras da coleção do conceituado ZKM | Center of Art and Media Karlsruhe, Alemanha, o mais importante centro de arte e tecnologia do mundo.

Inter[in]venção traz a Évora algumas das obras mais significativas de um dos pioneiros da media art, Nam June Paik, e reúne 33 peças de 39 artistas de renome internacional, tais como Bruce Naumann, Marina Abramovic, Bill Viola, Christa Sommerer & Laurent Mignonneau, Paul Sermon, Tony Oursler, Peter Weibel, Masaki Fujihata, Valie Export, Pipilotti Rist, Paul Garrin, Robert Wilson, entre outros.

O espetro de formatos das obras expostas abarca a videoescultura, videoarte, videoperformance, videoinstalação, instalação audiovisual, instalação interativa e instalação sonora interativa.

(...)








O chafariz da Praça do Giraldo


Um chafariz é uma fonte com várias bicas em que a água cai num tanque. Na Praça do Giraldo de Évora temos um belo exemplo de chafariz.


Com a sua localização privilegiada no contexto urbano da cidade, diante da Igreja de Santo Antão e na mesma praça onde se realizava, pelo menos entre os séculos XV e XIX, um mercado diário, uma Feira Anual e as corridas de touros da cidade, o Chafariz da Praça do Giraldo constituiu ao longo dos séculos uma das mais importantes estruturas de abastecimento de água à população. Para além do seu carácter utilitário, a evidente monumentalidade do chafariz fez com que este se instituísse mesmo como um símbolo de Évora ao longo dos tempos, e sobretudo como marca da renovação urbanística planeada e levada a cabo pelo Cardeal Infante D. Henrique. (igespar)


O chafariz num postal dos anos 60 (?)



Legenda do desenho: A fonte em 1848, segundo Luís Coelho, que se baseou num desenho publicado na Revista Popular, de um autor anónimo. Reprodução das oficinas da Imprensa Nacional. (Câmara Municipal de Évora)


A Igreja de São Francisco em Évora

 
A Igreja de São Francisco em Évora é uma igreja de arquitetura gótico-manuelina. Construída entre 1480 e 1510, está intimamente ligada aos acontecimentos históricos que marcaram o período de expansão marítima de Portugal. Isso fica patente nos símbolos da monumental nave de abóbada ogival: a cruz da Ordem de Cristo e os emblemas dos reis fundadores, D. João II e D. Manuel I.

A Capela dos Ossos é uma das curiosidades deste grande monumento. Mas prefiro não publicar nenhuma fotografia. Vemo-la ao vivo...












A Universidade de Évora

Pátio da Universidade de Évora


A Universidade de Évora foi fundada em 1 de Novembro de 1559 pelo Cardeal D. Henrique, Arcebispo de Évora, mais tarde Rei de Portugal, a partir do Colégio do Espírito Santo. Foi instituída por bula do Papa Paulo IV, como Universidade do Espírito Santo e entregue à Companhia de Jesus, que a dirigiu durante dois séculos. Em 1759 foi encerrada por ordem do Marquês do Pombal, aquando da expulsão dos Jesuítas.

Voltou a ser reaberta em 1973 (...) Em 1979, o Instituto Universitário de Évora dá lugar à nova Universidade de Évora.

O lema da Universidade é "Honesto estudo com longa experiência misturado"


Página oficial da Universidade de Évora.



Uma das salas de aula da Universidade,
conservando a cátedra e azulejos dos jesuítas 



Mais uma vista do belo claustro da Universidade:





Experiência dos Hemisférios de Magdeburgo – Azulejos Barrocos Joaninos (1744-1749) da Aula de Física da Universidade do Espírito Santo (hoje sala 120 da Universidade de Évora)


Sala dos Actos




O Centro Histórico de Évora



O Centro Histórico de Évora é um espaço urbano intra-muros, classificado como Património Mundial da UNESCO, localizado na cidade de Évora.

A cidade-museu de Évora tem raízes que remontam ao tempo do Império Romano. A cidade ainda conserva, em grande parte no seu núcleo central, vestígios de diversas civilizações e culturas: Celtas, Romanos, Árabes, Judeus e Cristãos influenciaram a cultura eborense. Atingiu a sua época dourada no século XV, quando se tornou residência dos reis de Portugal. A qualidade arquitectónica e artística do casario branco ou decorado com azulejos e varandas de ferro forjado, datadas dos séculos XVI a XVIII, é única. Os monumentos da cidade tiveram também profunda influência na arquitectura portuguesa no Brasil.

O Centro Histórico de Évora, formado por ruas estreitas e travessas, pátios e largos, tem uma área de 107 hectares e é claramente demarcado pelas muralhas medievais, com extensão de mais de 3 km.

No lado sul da antiga Cerca encontra-se a Praça do Giraldo, da qual divergem as vias principais em estrutura radial.


Monumentos essenciais da cidade
  • Templo Romano (vulgarmente conhecido como Templo de Diana)
  • Sé Catedral
  • Igreja de São Francisco
  • Capela dos Ossos
  • Palácio de D. Manuel
  • Igreja dos Lóios

(Fonte: Wikipédia)



A Sé Catedral de Évora



Visita cultural a Évora


Mais dados sobre a cidade de Évora, que vamos visitar depois de amanhã, dia 26.


Évora é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Évora, e da região do Alentejo e sub-região do Alentejo Central, com uma população de 49 252 habitantes (2011). Évora é a única cidade portuguesa membro da Rede de cidades europeias mais antigas.

É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1307,08 km² de área e 56 596 habitantes (2011), subdividido em 12 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arraiolos, a nordeste por Estremoz, a leste pelo Redondo, a sueste por Reguengos de Monsaraz, a sul por Portel, a sudoeste por Viana do Alentejo e a oeste por Montemor-o-Novo. É sede de distrito e de antiga diocese, sendo metrópole eclesiástica (Arquidiocese de Évora).

O seu centro histórico bem-preservado é um dos mais ricos em monumentos de Portugal, o que lhe vale o epíteto de Cidade-Museu. Em 1986, o centro histórico da cidade foi declarado Património Mundial pela UNESCO.

A cidade de Évora é o centro económico e administrativo da região Alentejo, que ocupa mais de 1/3 do país. A economia eborense baseia-se principalmente no sector dos Serviços, com grande peso da Universidade de Évora e dos serviços descentralizados do Governo Central. A Indústria está também bastante presente na economia da cidade, principalmente no sector dos componentes eletrónicos e eletromecânicos e da construção.

O turismo é uma importante fonte de receitas no concelho. Um milhão de turistas visita a cidade Património Mundial e o número cresce todos os anos.

 (Texto e fotografias da Wikipédia)


O Distrito de Évora



A Praça do Giraldo, coração da cidade


Muralhas de Évora


Évora e a paisagem circundante


segunda-feira, 17 de março de 2014

A Praça do Giraldo em vista de pássaro


Bela vista da Praça do Giraldo de Évora. Na próxima semana estaremos aí. Sobre este lugar, lemos num Guia das Maravilhas do Portugal o seguinte:

"Lugar emblemático de Évora, a Praça do Giraldo serviu na época romana de fórum exterior. A partir do século XIII, ganhou aspecto semelhante ao actual e tornou-se a principal praça da cidade. Apesar de alguns edifícios antigos terem sido destruídos ao longo dos séculos, mantém alguma característica medieval, sendo o coração de Évora."


Donde é que o autor, Luís Pardal, tirou a fotografia? Pode-se ver aqui.




segunda-feira, 10 de março de 2014

Geraldo sem Pavor e Évora

Praça do Giraldo, praça central de Évora, nomeada em honra de Geraldo


Geraldo Geraldes (século XII) foi uma personagem semilendária da história de Portugal à época das lutas da Reconquista. Tornou-se conhecida, já desde o século XII, pelo nome de Geraldo sem Pavor.

Personagem representativa do período de formação das fronteiras de Portugal, acredita-se que fosse um nobre de trato difícil, pelo que muito cedo abandonou o norte de Portugal para tentar a sorte no sul do país, nas lutas contra os Mouros. Nessa qualidade, liderou como um caudilho um bando de proscritos, salteadores e aventureiros.

Aquando da conquista da região do Alentejo por D. Afonso Henriques e também da Estremadura espanhola, Geraldo Sem Pavor ofereceu-se como voluntário para tomar a cidade de Évora, bem como outras localidades vizinhas. Utilizando como base de operações o castro hoje conhecido como Castelo do Geraldo próximo de Valverde (Nossa Senhora da Tourega) e do qual existem algumas ruínas, introduziu-se nos muros da cidade, executando o governador mouro e entregando a praça ao soberano.

De personalidade imprevisível, foi um dos principais entusiastas da tomada de Badajoz, campanha que, em 1169, viria a se revelar um desastre para as forças de D. Afonso Henriques em geral, e para as do próprio Geraldo em particular, que acabou por perder todas as suas terras excepto as do Castelo de Juromenha.

Afirma a tradição que o espírito aventureiro deste nobre o levou a Ceuta, no Norte d'África, em missão de espionagem a serviço secreto de D. Afonso Henriques, que lhe havia recomendado a tomada daquela praça. Quando a verdadeira finalidade da operação foi descoberta, Geraldo morreu à mãos dos almóadas.

Figura central na iconografia da cidade de Évora, encontra-se representado em posição central no brasão de armas da municipalidade, montado a cavalo e empunhando a espada em riste.

(Wikipédia)



 O brasão de Évora



quarta-feira, 5 de março de 2014

Imagens aéreas do templo romano de Évora



Continuamos com a nossa série de mensagens sobre a cidade de Évora. Deste modo terão uma visão mais completa dela quando formos no próximo dia 26 de março.


Dados da Wikipédia:

O templo romano de Évora está localizado na cidade de Évora, em Portugal; faz parte do centro histórico da cidade, o qual foi classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO. O templo romano encontra-se classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR.

É um dos mais famosos marcos da cidade, e um símbolo da presença romana em território português. Localizado na freguesia da Sé e São Pedro, no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pela Sé de Évora, pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública de Évora e pelo Museu.


Colunas e capitéis coríntios do templo



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Página do Foral de Évora de 1501 com uma vista da cidade.



Não se esqueçam. A nossa visita cultural à cidade de Évora foi adiada para o dia 26 de março. Até essa altura serão publicadas aqui diversas mensagens sobre ela.

Esta gravura remonta ao século XVI e pertence ao Foral de Évora. Reparem nas muralhas. Uma boa parte de elas conserva-se ainda hoje.






segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Chocolate para nos consolarmos



Pois é, uma mousse de chocolate para nos consolarmos, nem que seja um bocadinho... A nossa viagem a Évora de depois de amanhã gorou-se. Isto soube eu na passada sexta-feira. Alguém não fez bem o seu trabalho, e é por isso que não é possível na próxima quarta-feira e deve ser adiada para finais de março; ou pelo menos, parece que isso foi que disseram. Ai, burocratas...

Vamos aprender uma coisa: burocrata é uma palavra grave em português, como democrata.


Mais uma coisa. esta palavra é difícil para o vosso nível, mas deixo aqui:

gorar-se
3. [Figurado] Malograr-se; frustrar-se.


(Fotografia: Casa na aldeia)


PS. Na última hora do dia de hoje, o Miguel Jociles, da turma de 3º D, pareceu ficar estranhado por não haver uma receita de mousse, apenas uma fotografia. Deve gostar muito de chocolate. Será que ele tem jeito para a  cozinha ou vai pedir à mãe para ela fazer esta sobremesa? Teremos de perguntar ao Miguel. Para lhe fazer a vontade, eis esta mousse de chocolate caseira que achei no blogue Receitas bem boas. Reparem que dá para rever o imperativo, não dá?



Ingredientes

250 g de chocolate em tablete para culinária
125 g de margarina
5 ovos
125 g de açúcar (versão + saudável - açúcar amarelo)


Numa taça, coloque o chocolate e a margarina e derreta em banho maria, mexendo sempre sem parar.

Separe as gemas das claras, e bata as gemas com o açúcar, tudo muito bem misturado. Adicione à mistura do chocolate em fio mexendo sempre para não coalhar, retirar do quente.

Agora bata as claras em castelo e envolva com cuidado no preparado anterior, sem bater.

Leve ao frigorífico pelo menos 2 horas. Se deixar de um dia para o outro ficará bem melhor.

É uma receita fácil e deliciosa.




quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Uma janela em Évora



No próximo dia 5, os alunos do 3º e do 4º anos em que a Catarina lecciona vão fazer uma visita cultural a Évora. Toda a gente tem os papéis precisos para atravessarmos a fronteira?


Com esta bela vista, desejo-vos um bom fim de semana prolongado. Até segunda, que já é fevereiro. No dia 3, segunda, teremos várias mensagens no blogue a respeito desta bonita cidade alentejana.



(Fotografia de Vítor Santos)