"Quem luta, pode perder. Quem não luta, já perdeu" escreveu o grande dramaturgo, poeta e encenador alemão Bertolt Brecht (1898-1956).
Blogue dos alunos de português de 3º e 4º de ESO do IES 'M. DOMINGO CÁCERES', em Badajoz, Espanha (De 2010-09-01 a 2020-01-17)
Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Ai, que preguiça!
Uma estrofe de um poema de Alexandre O'Neill:
Minha preguiceira,
ó santo aconchego!
Dormir como um prego
dorme na madeira...
preguiceira
2. Cadeira com encosto reclinável e suficientemente comprida para se conseguir estender as pernas. = ESPREGUIÇADEIRA (Dicionário Priberam)
aconchego
agasalho, comodidade, amparo. = CONCHEGO (Dicionário Priberam)
(Autor da fotografia: desconhecido.)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Samba pro Rafha (Yamandu Costa)
Para os guitarristas do 4º ano
"Esse violonista sensacional chamado Yamandu Costa, que junto com Raphael Rabello (e outros) revolucionaram e reacenderam em muitos, o amor pelo violão clássico.
Neste vídeo, ele interpreta de forma genial sua música belíssima chamada Samba pro Rapha (homenagem a Raphael Rabello) tocada no Programa do Jô (11/08/2011)"
Texto do Youtube
Lá em cima temos uma versão breve da peça (minuto e tal); a seguir, uma de 4:28.
Lá em cima temos uma versão breve da peça (minuto e tal); a seguir, uma de 4:28.
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Este náufrago teve azar
Coitado do náufrago! Teve mesmo azar! O varredor não reparou na mensagem da garrafa, que acabou no lixo. Até quando é que vai ficar nessa ilha? Uma história em seis quadrinhos do brasileiro Eduardo Arruda.
Em Portugal dizem quadradinhos. (Já tenho dito isto mais vezes, eu sei. É para ficar na cabeça e não fazer confusão)
Em Portugal dizem quadradinhos. (Já tenho dito isto mais vezes, eu sei. É para ficar na cabeça e não fazer confusão)
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
É isto que temos dentro da cabeça
Vejam nesta bela gravura o que os seres humanos temos dentro da nossa cabecinha, do crânio: o cérebro, o cerebelo, a coluna vertebral... Tão pequeno tudo mas grande como o universo.
Nomes portugueses mais populares em 2014
Em 2014 as meninas continuaram a responder por Maria, os rapazes por João
ROMANA BORJA-SANTOS 05/01/2015 - 20:27
Nomes mais escolhidos no ano passado foram semelhantes aos de 2013. Mas os Franciscos destronaram os Martins.
Quem entrou numa maternidade portuguesa durante o ano passado e perguntou pelo bebé João teve 1809 oportunidades de ver o pedido acedido. Mesmo assim, o valor é modesto ao lado das 4809 Marias que nasceram em 2014. Estes foram, tal como já tinha acontecido em 2013, os nomes mais escolhidos pelos pais, segundo os dados avançados ao PÚBLICO pelo Instituto dos Registos e Notariado (IRN).
No caso das meninas o “top” três manteve-se inalterado, com o nome Matilde em segundo lugar, registado 2062 vezes, e Leonor em terceiro, com 1859 bebés. Já nos rapazes, o segundo lugar foi para 1783 Rodrigos, mas os 1663 Martins não foram suficientes para manter o bronze e caíram para o quarto lugar, dando a vez aos 1718 Franciscos – um nome que, coincidência ou não, tem sido dado a cada vez mais crianças com o novo Papa.
Entre os 25 nomes mais utilizados num ano em que a natalidade em Portugal parece ter estabilizado, contrariando a tendência verificada nos últimos três anos de abruptas quedas que trouxeram o declínio demográfico para o centro do debate político, é possível encontrar várias escolhas tradicionais portuguesas, como Beatriz, Mariana, Margarida ou Madalena, lado a lado com opções como Luana, Bianca ou Íris. No caso dos bebés rapazes, os primeiros 25 lugares, indicam os dados do IRN, são ocupados por nomes como Santiago, Tomás, Afonso, Guilherme, Pedro, Salvador ou Vicente, surgindo apenas mais abaixo na tabela nomes como Diego, Leandro ou Enzo.
O ano de 2014 foi também um ano em que as Carminhos se afirmaram definitivamente em relação às Carmos. O tradicional nome português só foi escolhido 18 vezes, contra as 107 da versão que era conhecida como diminutivo e que agora pode ser registada. O mesmo acontece com as três Rosários, mas que neste caso apenas encontram seis Rosarinhos. Alguns nomes como Fernanda, Elisabete, Natália ou Graça estão praticamente no fundo da tabela, tal como acontece com o Augusto, o Domingos, o Alberto.
Os registos mostram ainda que na altura de chamar dois nomes, a Maria Inês continua a ser a combinação mais provável nas meninas, registada por 603 pais, seguida por Maria Leonor, Maria Francisca, Maria Clara e Maria Carolina. O primeiro nome composto que não começa com Maria aparece em sexto lugar, com 161 registos de Ana Carolina. Sem ser com a conjugação mais comum com o nome Ana e Maria, é preciso avançar para o 9.º lugar e encontrar 130 Laras Sofias. À semelhança de 2013, não houve nenhuma Cátia/Katia Vanessa, parecendo a famosa combinação estar extinta, mas ainda foram registadas 36 bebés Sofias Alexandras, 32 meninas Yaras Filipas e 29 crianças com o nome Letícia Sofia.
No caso dos rapazes, a escolha foi ainda mais variada, com o nome João Pedro a ser escolhido 343 vezes, seguido por Rodrigo Miguel (204), Pedro Miguel (174), Afonso Miguel (140) e João Miguel (138). A primeira combinação com “Maria” surge apenas no 7.º lugar, com 127 meninos chamados João Maria. Há também combinações mais originais, como 47 Santiagos Alexandres, ou 50 meninos Diego Miguel.
Em relação a 2015, o ano ainda só agora começou, mas sabe-se já que o primeiro bebé a nascer foi a Maria Constança, no Centro Materno Infantil do Norte. A manter-se a tendência de 2014 ainda deveriam nascer mais 420 Constanças, ou 47 na versão composta de Maria Constança.
TOP 10 Meninas
Maria – 4809
Matilde – 2062
Leonor – 1859
Beatriz – 1378
Mariana – 1330
Carolina – 1295
Ana – 1120
Inês – 1062
Sofia – 980
Margarida – 930
TOP 10 Meninos
João – 1809
Rodrigo – 1783
Francisco – 1718
Martim – 1663
Santiago – 1428
Tomás – 1400
Afonso – 1378
Duarte – 1244
Miguel – 1207
Guilherme – 1206
Lido no diário Público
Damos propina a um empregado?
Parece que em Espanha é este o nome desse dinheiro, mas em Portugal, muito cuidado.
- propina [pruˈpinɐ]: quantia que se paga ao Estado para se poderem realizar certos atos escolares.
- gorjeta [ɡurˈʒetɐ] pequena gratificação a quem prestou um serviço, suplementar ao pagamento devido.
Definições da Infopédia (Dicionários da Porto Editora)
Os estudantes universitários pagam propinas...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Instagram liga Pontes 25 de Abril e Golden Gate (janeiro 2014)
Instagram liga Pontes 25 de Abril e Golden Gate from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.
Esqueci-me desta mensagem na pasta dos rascunhos... Isto foi no mês de janeiro de 2014, mas tanto faz, não acham?
"As pontes 25 de Abril, em Lisboa, e a Golden Gate, em São Francisco, estiveram dia 11 de janeiro ligadas pelo Instagram, uma comunidade virtual de partilha de imagens através de telemóvel com adeptos no mundo inteiro."
O Palácio Nacional de Sintra
O Palácio Nacional de Sintra foi um dos Palácios Reais e hoje é propriedade do Estado Português, que o utiliza para fins turísticos e culturais. De implantação urbana, a sua construção iniciou-se no século XV, com traça de autor desconhecido.
Apresenta características de arquitectura medieval, gótica, manuelina, renascentista e romântica. É considerado um exemplo de arquitectura orgânica, de conjunto de corpos aparentemente separados, mas que fazem parte de um todo articulado entre si, através de pátios, escadas, corredores e galerias.
O Palácio foi utilizado pela Família Real Portuguesa praticamente até ao final da Monarquia, em 1910. Em 2008 foi o palácio mais visitado de Portugal com 408 712 visitantes.
(Wikipédia)
Sala dos Brasões no Palácio Nacional de Sintra, cuja cúpula ostenta as armas de D. Manuel I, de seus filhos e de setenta e duas das mais importantes famílias da Nobreza. O revestimento das paredes data do século XVIII, obra de grandes mestres da azulejaria lisboeta da altura.
Para conhecer melhor Sintra: Parques de Sintra
Apresenta características de arquitectura medieval, gótica, manuelina, renascentista e romântica. É considerado um exemplo de arquitectura orgânica, de conjunto de corpos aparentemente separados, mas que fazem parte de um todo articulado entre si, através de pátios, escadas, corredores e galerias.
O Palácio foi utilizado pela Família Real Portuguesa praticamente até ao final da Monarquia, em 1910. Em 2008 foi o palácio mais visitado de Portugal com 408 712 visitantes.
(Wikipédia)
Sala dos Brasões no Palácio Nacional de Sintra, cuja cúpula ostenta as armas de D. Manuel I, de seus filhos e de setenta e duas das mais importantes famílias da Nobreza. O revestimento das paredes data do século XVIII, obra de grandes mestres da azulejaria lisboeta da altura.
Teto da Sala dos Cisnes
As cozinhas do Palácio
Palácio Nacional de Sintra: panorâmica a partir do Castelo de Sintra
Para conhecer melhor Sintra: Parques de Sintra
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Nem tudo é Lisboa!
O Castelo de São Jorge, em Lisboa
O nome actual do Castelo de São Jorge deriva da devoção do castelo a São Jorge, santo padroeiro dos cavaleiros e das cruzadas, feita por ordem de D. João I no século XIV.
Ao longo do tempo o castelo, assim como as diversas estruturas militares de Lisboa, foi sendo remodelado, ao ponto de na primeira metade do século XX estar já em avançado estado de ruína. Na década de 1940 foram empreendidas monumentais obras de reconstrução, levantando-se grande parte dos muros e alteando-se muitas das torres. Por esse motivo, ao contrário do que se poderia pensar à primeira vista, o "carácter medieval" deste conjunto militar deve-se a esta campanha de reconstrução, e não à preservação do espaço do castelo desde a Idade Média até aos nossos dias.
Ergue-se em posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico, proporcionando aos visitantes uma das mais belas vistas sobre a cidade e o estuário do rio Tejo.
(Wikipédia)
Para conhecer melhor: Castelo de São Jorge (Programas escolares)
Detalhe do Castelo de São Jorge e das muralhas de Lisboa durante o cerco castelhano de 1385: ilustração da "Crónica de D. Afonso Henriques" de Duarte Galvão (1505).
Ao longo do tempo o castelo, assim como as diversas estruturas militares de Lisboa, foi sendo remodelado, ao ponto de na primeira metade do século XX estar já em avançado estado de ruína. Na década de 1940 foram empreendidas monumentais obras de reconstrução, levantando-se grande parte dos muros e alteando-se muitas das torres. Por esse motivo, ao contrário do que se poderia pensar à primeira vista, o "carácter medieval" deste conjunto militar deve-se a esta campanha de reconstrução, e não à preservação do espaço do castelo desde a Idade Média até aos nossos dias.
Ergue-se em posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico, proporcionando aos visitantes uma das mais belas vistas sobre a cidade e o estuário do rio Tejo.
(Wikipédia)
Para conhecer melhor: Castelo de São Jorge (Programas escolares)
O Rio Tejo e a Ponte 25 de Abril vistos do Castelo
Estátua de D. Afonso Henriques no interior do Castelo
D. Afonso I de Portugal, mais conhecido por D. Afonso Henriques (Guimarães, Coimbra ou Viseu, ca. 1109 — Coimbra, 6 de Dezembro de 1185) foi o fundador do Reino de Portugal e o seu primeiro rei, com o cognome O Conquistador, O Fundador ou O Grande pela fundação do reino e pelas muitas conquistas. Era filho de D. Henrique de Borgonha e de D.Teresa de Leão, condes de Portucale, um condado vassalo do reino de Leão. (Wikipédia)
Detalhe do Castelo de São Jorge e das muralhas de Lisboa durante o cerco castelhano de 1385: ilustração da "Crónica de D. Afonso Henriques" de Duarte Galvão (1505).
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