Blogue dos alunos de português de 3º e 4º de ESO do IES 'M. DOMINGO CÁCERES', em Badajoz, Espanha (De 2010-09-01 a 2020-01-17)
Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
É preciso ser otimista!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Chegou a hora
Pois é, chegou a hora de nos despedirmos até ao próximo ano. Estão muito tristes? Ai, que pena! Estou a brincar...
Aproveitem o tempo nestas férias do Natal. Há muito... E tenham uma boa entrada em 2016!
Gerson (Blogue "Só falo do que não sei")
Achei este texto no blogue Só falo do que não sei. Espero que gostem e apreciem.
GERSON
Gérson, do 9º ano, tirou outra positiva. Desta vez a Ciências.
- “Yesssss! Mais cinco euros”
- “Mas porquê isso, Gérson?”
- “A minha avó dá-me cinco euros por cada positiva que eu tirar.”
- “Mas então porque tiras tão poucas? “
- “É que os professores também não ajudam muito… O Setor ganha bem?”
- “Nem por isso, Gerson. A minha avó já morreu e…”
- “Quer ganhar uns trocados? O negócio é o seguinte. Por cada positiva que os profes me derem, ganham 40 por cento dos cinco euros que a minha avó desempochar. Eu fico com os outros 60 por cento.”
- “Negócio fechado” - disse o professor – e foi, no intervalo, contar aos colegas a conversa que tivera com o Gérson. Estes riram do desplante do aluno e esqueceram o incidente.
Acontece, porém, que o Gérson arrancou, na segunda ronda de testes, mais positivas do que na primeira. Na verdade, quase triplicou o seu sucesso académico, tendo feito outro tanto com o seu sucesso económico, evidentemente. Como prometido, e acossado pelo seu impoluto sentido de justiça e hombridade (e também por causa da nota em atitudes e valores), o Gérson tem vindo a apresentar-se, no início das aulas, a todos os professores que lhe deram nota positiva. Traz a cada um deles uma redondíssima moeda de dois euros, que faz rodopiar alegremente sobre a secretária.
- “Tome, é sua! E muito obrigado”
Para seu espanto, nenhum professor aceitou o pagamento contratado, facto que o Gérson atribuiu à taralhoquice dos profes, já demasiado velhos na maioria dos casos, taralhoquice essa certamente provocada pelo barulho dos corredores, pelos cortes salariais, por terem perdido o sentido do valor do dinheiro ou pela tal burocracia de que tanto se queixavam sempre e de que o Gérson não fazia ideia que coisa fosse...
O sentido de justiça e hombridade do Gérson foi momentaneamente escoriado mas logo se recompôs. Os golpes morais, nestas idades, apagam-se com alguma facilidade e Gérson, sem grandes constrangimentos, arrecadou também a comissão destinada aos docentes…
Em casa do Gérson, uma avó preocupada:
- “Oh, Gerson, vê lá não andes a estudar demais, filho. Isso pode fazer-te mal. Vá, deixa o computador e vai espairecer um pouco com os teus amigos…”
GERSON
Gérson, do 9º ano, tirou outra positiva. Desta vez a Ciências.
- “Yesssss! Mais cinco euros”
- “Mas porquê isso, Gérson?”
- “A minha avó dá-me cinco euros por cada positiva que eu tirar.”
- “Mas então porque tiras tão poucas? “
- “É que os professores também não ajudam muito… O Setor ganha bem?”
- “Nem por isso, Gerson. A minha avó já morreu e…”
- “Quer ganhar uns trocados? O negócio é o seguinte. Por cada positiva que os profes me derem, ganham 40 por cento dos cinco euros que a minha avó desempochar. Eu fico com os outros 60 por cento.”
- “Negócio fechado” - disse o professor – e foi, no intervalo, contar aos colegas a conversa que tivera com o Gérson. Estes riram do desplante do aluno e esqueceram o incidente.
Acontece, porém, que o Gérson arrancou, na segunda ronda de testes, mais positivas do que na primeira. Na verdade, quase triplicou o seu sucesso académico, tendo feito outro tanto com o seu sucesso económico, evidentemente. Como prometido, e acossado pelo seu impoluto sentido de justiça e hombridade (e também por causa da nota em atitudes e valores), o Gérson tem vindo a apresentar-se, no início das aulas, a todos os professores que lhe deram nota positiva. Traz a cada um deles uma redondíssima moeda de dois euros, que faz rodopiar alegremente sobre a secretária.
- “Tome, é sua! E muito obrigado”
Para seu espanto, nenhum professor aceitou o pagamento contratado, facto que o Gérson atribuiu à taralhoquice dos profes, já demasiado velhos na maioria dos casos, taralhoquice essa certamente provocada pelo barulho dos corredores, pelos cortes salariais, por terem perdido o sentido do valor do dinheiro ou pela tal burocracia de que tanto se queixavam sempre e de que o Gérson não fazia ideia que coisa fosse...
O sentido de justiça e hombridade do Gérson foi momentaneamente escoriado mas logo se recompôs. Os golpes morais, nestas idades, apagam-se com alguma facilidade e Gérson, sem grandes constrangimentos, arrecadou também a comissão destinada aos docentes…
Em casa do Gérson, uma avó preocupada:
- “Oh, Gerson, vê lá não andes a estudar demais, filho. Isso pode fazer-te mal. Vá, deixa o computador e vai espairecer um pouco com os teus amigos…”
Filho de peixe sabe nadar
Filho de peixe sabe nadar é um provérbio português.
O que significa? "diz-se dos filhos que herdaram boas qualidades dos pais."
O que significa? "diz-se dos filhos que herdaram boas qualidades dos pais."
Os pratos típicos de Natal em Portugal por região
Bacalhau da consoada
OS PRATOS TÍPICOS DE NATAL EM PORTUGAL REGIÃO
1. Trás os Montes e Alto Douro
Consoada: aqui impera o bacalhau ou o polvo cozido, ambos servidos com batatas e couve portuguesa também cozidas.
Dia de Natal: o almoço deste dia especial começa com uma canja rústica de galinha, seguida de um belo assado de peru, leitão, borrego ou porco.
Doces: nestas mesas vai encontrar as famosas migas doces, filhós de jerimú/abóbora-menina, passas e frutos secos.
2. Entre Douro e Minho
Consoada: a noite mais longa começa com um saboroso bacalhau ou polvo cozido, servido com batatas e couve portuguesa também cozidas; depois, até ao final da noite, bebe-se um reconfortante vinho quente, adoçado com mel e aromatizado com pau de canela.
Dia de Natal: ao almoço come-se uma fantástica “roupa velha”, que é um prato típico de Natal feito com os restos do jantar da consoada, normalmente bem regados de azeite refogado com alho; ao jantar come-se peru assado recheado com creme de castanhas.
Doces: nesta região, Natal não seria Natal sem umas decadentes rabanadas, que tendem a ser servidas com calda de açúcar ou doce de ovos; imprescindíveis são também a aletria, os bolinhos de bolina, os mexidos de leite ou vinho e os frutos secos (amêndoas, avelãs, figos e passas).
3. Beiras
Consoada: rei e senhor do nosso país, também no Natal das Beiras impera o bacalhau cozido com batatas e couve.
Dia de Natal: ao almoço serve-se um suculento cabrito assado no forno, acompanhado de batatinhas igualmente assadas.
Doces: apesar das rabanadas e dos sonhos, o nosso destaque nesta região vai para as originais filhós do joelho, que são tendidas precisamente nesse osso, o que lhes garante uma forma única, e para o bolo torto, que é confecionado com a mesma massa das filhós.
4. Estremadura
Consoada: sem grande surpresa, mantém-se um dos pratos típicos de Natal português, o bacalhau cozido com todos.
Dia de Natal: também aqui, o almoço de Natal é dominado pelo cabrito assado no forno, com deliciosas batatinhas assadas.
Doces: na Estremadura, as rabanadas dão lugar às fatias douradas, que chegam na companhia da aletria, broas de batata doce, filhós e azevias.
5. Alentejo
Consoada: antigamente, a estrela do noite era o galo, mas agora a região alentejana rendeu-se também ao bacalhau cozido com couve.
Dia de Natal: para este almoço tão especial, é preparado um saboroso peru, recheado com as famosas carnes e enchidos alentejanos.
Doces: nestas mesas vai encontrar azevias de grão ou batata doce e coscorões, mas a nossa preferência vai para o carolo, que é um doce tradicional feito com bolinhas de massa de pão, canela e açúcar, depois cozinhadas no forno e polvilhadas de açúcar.
6. Algarve
Consoada: contrariamente ao Alentejo, o Algarve ainda não abdicou do galo na noite de Consoada; no entanto, temos de realçar que o bacalhau já lhe começa a fazer sombra.
Dia de Natal: ao almoço serve-se um apetitoso peru recheado e assado no forno.
Doces: delicie-se com umas empanadilhas, uma variação das famosas azevias, com broas de milho e com as inevitáveis rabanadas e filhós.
7. Madeira
Consoada: afastando-se completamente das tradições do Continente, na consoada da Madeira comem-se as espetadas típicas da ilha.
Dia de Natal: o almoço começa com uma canja de galinha, servindo-se de seguida uma fantástica carne de porco aos cubos, temperada em vinha-de-alhos e servida com migas feitas de pão e legumes.
Doces: apostando especificamente nos bolos, no Natal madeirense encontrará o bolo de família, o bolo de mel da Madeira e o bolo de noz ou de abóbora; para rematar, estão sempre presentes os deliciosos licores da região.
8. Açores
Consoada: nesta época, nos Açores, a galinha é a grande estrela, sendo servida assada, guisada ou em canja.
Dia de Natal: para este almoço especial, além da omnipresente galinha, podem ainda servir-se outras carnes, como porco ou vaca.
Doces: rabanadas, bolos secos variados, arroz doce e muitos licores – de realçar que os últimos costumam ser feitos em casa e que existe a tradição de visitar os vizinhos para provar as suas bebidas artesanais.
(Fonte: ekonomista)
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Palavras que não se parecem com as nossas
A fábula da rã e do escorpião (Esopo)
Reparem nisto: a versão original desta fábula foi criada pelo grego Esopo há quase 3000 anos (ele viveu entre o século VII e o VI a.C.) Os autores gregos e romanos, os clássicos, continuam vivos e a dar-nos lições muitos séculos depois.
A RÃ E O ESCORPIÃO
O rio transbordava e a sua corrente era de tal maneira forte que o escorpião jamais se atreveria a atravessá-lo. Porém, no sítio onde se encontrava, eram escassas as suas possibilidades de sobrevivência. Só um animal habituado a lidar com a corrente poderia salvar o escorpião. Mas quem se atreveria a confiar nele? O escorpião medita e percebe que só um milagre impedirá que esteja perdido.
Nisto o escorpião vê uma rã que se prepara para atravessar este caudal violento e, na sua aflição, não hesita em pedir-lhe socorro. A rã acede sob condição do escorpião respeitar o seu gesto altruísta e não a ferrar com o seu letal veneno. O escorpião aceita o pedido da rã, mais que legítimo, e monta-se sobre o seu dorso podendo assim atravessar o rio.
Porém, já perto da outra margem, o escorpião cravou o ferrão na bem-intencionada rã que em voz débil lhe perguntou: “Como foste capaz de me fazer isto depois de tudo o que eu fiz para te ajudar? Não vês que vou morrer?"
O escorpião fita a rã e diz-lhe: “Que queres? Está na minha natureza!..”
Agora, acrescento parte do comentário que fez a autora do blogue onde achei este texto. Leiam e pensem um bocado, reflitam...
"Eu própria me remonto à minha infância quando um dia perante a insistência duma garota pobre, com quem brincava, lhe ofereci um dos meus melhores vestidos que deixei que ela escolhesse entre os que tinha no meu roupeiro. Ela agradeceu-me e levou-o pressurosa para casa. Depois reuniu-se a mais uns garotos de rua e esperou-me num sítio por onde eu passava e deram-me uma tareia. Isto porque, segundo dizia a Carmo (assim se chamava a garota), eu tinha vários vestidos e apenas lhe tinha dado aquele.
Eu era criança e na altura senti uma mágoa sem limites que me marcou por toda a vida embora hoje até me dê com a Carmo e até compreenda o ponto de vista dela. Porém e apesar da mágoa, isso não me afastou daquilo que considero correcto."
(Versão e comentários lidos no blogue Silêncio culpado: "A fábula e a vida" )
Esopo na Infopédia
A RÃ E O ESCORPIÃO
O rio transbordava e a sua corrente era de tal maneira forte que o escorpião jamais se atreveria a atravessá-lo. Porém, no sítio onde se encontrava, eram escassas as suas possibilidades de sobrevivência. Só um animal habituado a lidar com a corrente poderia salvar o escorpião. Mas quem se atreveria a confiar nele? O escorpião medita e percebe que só um milagre impedirá que esteja perdido.
Nisto o escorpião vê uma rã que se prepara para atravessar este caudal violento e, na sua aflição, não hesita em pedir-lhe socorro. A rã acede sob condição do escorpião respeitar o seu gesto altruísta e não a ferrar com o seu letal veneno. O escorpião aceita o pedido da rã, mais que legítimo, e monta-se sobre o seu dorso podendo assim atravessar o rio.
Porém, já perto da outra margem, o escorpião cravou o ferrão na bem-intencionada rã que em voz débil lhe perguntou: “Como foste capaz de me fazer isto depois de tudo o que eu fiz para te ajudar? Não vês que vou morrer?"
O escorpião fita a rã e diz-lhe: “Que queres? Está na minha natureza!..”
Agora, acrescento parte do comentário que fez a autora do blogue onde achei este texto. Leiam e pensem um bocado, reflitam...
"Eu própria me remonto à minha infância quando um dia perante a insistência duma garota pobre, com quem brincava, lhe ofereci um dos meus melhores vestidos que deixei que ela escolhesse entre os que tinha no meu roupeiro. Ela agradeceu-me e levou-o pressurosa para casa. Depois reuniu-se a mais uns garotos de rua e esperou-me num sítio por onde eu passava e deram-me uma tareia. Isto porque, segundo dizia a Carmo (assim se chamava a garota), eu tinha vários vestidos e apenas lhe tinha dado aquele.
Eu era criança e na altura senti uma mágoa sem limites que me marcou por toda a vida embora hoje até me dê com a Carmo e até compreenda o ponto de vista dela. Porém e apesar da mágoa, isso não me afastou daquilo que considero correcto."
(Versão e comentários lidos no blogue Silêncio culpado: "A fábula e a vida" )
Esopo na Infopédia
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
A consoada
Vamos ver o que nos diz a Infopédia desta palavra:
consoada
1. ceia em família, na noite do Natal
2. presente que se dá pelo Natal
E agora o que nos conta a Wikipédia:
A Consoada é celebrada em Portugal, na noite do dia 24 de Dezembro, a véspera de Natal. Esta tradição leva as famílias a reunirem-se à volta da mesa de jantar, comendo uma refeição reforçada. Por ser uma festa de família, muitas pessoas percorrem longas distâncias para se juntarem aos seus familiares.
A origem do nome “Consoada” vem do Latim "consolata", de "consolare", "consolar".
Na tradição católica os fiéis participavam, ao final da noite, na Missa do Galo.
Segundo a tradição portuguesa, a Consoada consiste principalmente em bacalhau cozido, seguido dos doces, como aletria, rabanadas, filhoses e outros doces. Em algumas regiões do país (principalmente no Norte), o polvo guisado com couves e batatas também consta da mesa de Natal. Em Trás-os-Montes, peru no forno, canja de galinha e assados de borrego, porco ou leitão também marcam o Natal, enquanto na Beira Alta, o cabrito é uma tradição. No Alentejo e no Algarve, o peru recheado assado são pratos que podem constar das mesas.
Em Portugal, depois da Consoada, é tradição fazer a distribuição dos presentes de Natal.
consoada
1. ceia em família, na noite do Natal
2. presente que se dá pelo Natal
E agora o que nos conta a Wikipédia:
A Consoada é celebrada em Portugal, na noite do dia 24 de Dezembro, a véspera de Natal. Esta tradição leva as famílias a reunirem-se à volta da mesa de jantar, comendo uma refeição reforçada. Por ser uma festa de família, muitas pessoas percorrem longas distâncias para se juntarem aos seus familiares.
A origem do nome “Consoada” vem do Latim "consolata", de "consolare", "consolar".
Na tradição católica os fiéis participavam, ao final da noite, na Missa do Galo.
Segundo a tradição portuguesa, a Consoada consiste principalmente em bacalhau cozido, seguido dos doces, como aletria, rabanadas, filhoses e outros doces. Em algumas regiões do país (principalmente no Norte), o polvo guisado com couves e batatas também consta da mesa de Natal. Em Trás-os-Montes, peru no forno, canja de galinha e assados de borrego, porco ou leitão também marcam o Natal, enquanto na Beira Alta, o cabrito é uma tradição. No Alentejo e no Algarve, o peru recheado assado são pratos que podem constar das mesas.
Em Portugal, depois da Consoada, é tradição fazer a distribuição dos presentes de Natal.
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Palavras que não se parecem com as nossas
Refugiados de onde? E de quando?
A fotografia é antiga, bem sei... De que nacionalidade é que serão esses refugiados? Essas caras de desespero, medo, fome... são exatamente iguais às dos refugiados que temos visto nos últimos meses nas televisões, nos jornais... E de que é que fogem? Como quase sempre acontece, como hoje. E também estamos numa fronteira, ou a caminho dela, para tentar salvar a vida.
Essas crianças...
Essas crianças...
Se eu disser que a fotografia foi tirada em 1939, ajuda a saber alguma coisa, alunos do 4º ano, os mais velhos da ESO?
Pensem um bocado nisto tudo nos dias que se aproximam em que a felicidade parece ser obrigatória.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
As refeições do dia, pois!
A Lisboa romana debaixo dos pés
Esta notícia é do mês passado, mas vale a pena conhecer.
Há um documentário que desvenda parte da Lisboa romana por debaixo dos nossos pés
Inês Boaventura
29/11/2015 - 09:00
O documentário Fundeadouro Romano em Olisipo, de Raul Losada, inclui uma recriação em três dimensões da cidade na época romana. O ponto de partida para o trabalho foi uma notícia do PÚBLICO sobre escavações arqueológicas na Praça D. Luís I.
A descoberta de um fundeadouro romano no subsolo de Lisboa, feita pelos arqueólogos durante a construção de um parque de estacionamento na Praça D. Luís I, deu origem a um documentário. Com esta obra, que inclui uma recriação em três dimensões de Olisipo, Raul Losada quer dar a conhecer a cidade com cerca de dois milénios que se esconde debaixo dos nossos pés.
O documentário Fundeadouro Romano em Olisipo, apresentado como “um projecto de divulgação do património arqueológico”, foi exibido pela primeira vez em Outubro, no Museu Nacional de Arqueologia (MNA). Depois disso, o filme com 55 minutos foi também projectado na Ordem dos Arquitectos e no Museu Marítimo de Ílhavo.
(...)
A notícia completa no jornal Público. Vamos clicar para ver algumas imagens do documentário. Ou também, podemos fazê-lo neste link de Vimeo: "Olisipo 3D" de César Figueiredo.
Há um documentário que desvenda parte da Lisboa romana por debaixo dos nossos pés
Inês Boaventura
29/11/2015 - 09:00
O documentário Fundeadouro Romano em Olisipo, de Raul Losada, inclui uma recriação em três dimensões da cidade na época romana. O ponto de partida para o trabalho foi uma notícia do PÚBLICO sobre escavações arqueológicas na Praça D. Luís I.
A descoberta de um fundeadouro romano no subsolo de Lisboa, feita pelos arqueólogos durante a construção de um parque de estacionamento na Praça D. Luís I, deu origem a um documentário. Com esta obra, que inclui uma recriação em três dimensões de Olisipo, Raul Losada quer dar a conhecer a cidade com cerca de dois milénios que se esconde debaixo dos nossos pés.
O documentário Fundeadouro Romano em Olisipo, apresentado como “um projecto de divulgação do património arqueológico”, foi exibido pela primeira vez em Outubro, no Museu Nacional de Arqueologia (MNA). Depois disso, o filme com 55 minutos foi também projectado na Ordem dos Arquitectos e no Museu Marítimo de Ílhavo.
(...)
A notícia completa no jornal Público. Vamos clicar para ver algumas imagens do documentário. Ou também, podemos fazê-lo neste link de Vimeo: "Olisipo 3D" de César Figueiredo.
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