Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Voltamos com Jorge Palma

 Concerto de Jorge Palma no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no ano de 2007.


Mais um mês de setembro. Pronto. É assim. As férias grandes passaram e agora toca a começar um novo ano letivo: 2015-16. Bem-vindos todos!


Ao vivo ou em estúdio? Qual é que preferem? Eis Frágil, uma canção de Jorge Palma, um dos grandes da música portuguesa. Formado inicialmente em música clássica (a sua primeira audição foi no Conservatório de Lisboa com apenas 8 anos), passou finalmente para o campo da música pop-rock.


FRÁGIL

Põe-me o braço no ombro
Eu preciso de alguém
Dou-me com toda a gente
E não me dou a ninguém
Frágil
Sinto-me frágil

Faz-me um sinal qualquer
Se me vires falar demais
Eu às vezes embarco
Em conversas banais
Frágil
Sinto-me frágil

Frágil
Esta noite estou tão frágil
Frágil
Já nem consigo ser ágil

Está a saber-me mal
Este whisky de malte
Adorava estar in
Mas estou-me a sentir out
Frágil
Sinto-me frágil

Acompanha-me a casa
Já não aguento mais
Deposita na cama
Os meus restos mortais
Frágil
Sinto-me frágil