Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Gonçalo Cadilhe, escritor viajante



Na página de Gonçalo Cadilhe, que diz de si próprio ser um "escritor viajante", podemos ler estas palavras dele:

“Quando me perguntam o que me fez largar uma vida segura, um trabalho, uma casa, uma família, para viajar pelo mundo, respondo que foi exactamente o mesmo que faz com que outra pessoa não largue uma vida segura, um trabalho, uma casa, uma família — ou seja, uma ideia de nós próprios e de onde reside a nossa felicidade.”

(in “Passagem para o horizonte”)


Entrevista: "Gonçalo Cadilhe, as viagens, o surf e os livros"



Gonçalo Cadilhe nas Ilhas Molucas, que pertencem à Indonésia.



Nos séculos XVI e XVII, as ilhas correspondentes à atual província das Molucas do Norte eram chamadas "Ilhas das Especiarias". Àquela época, a região era a única fornecedora mundial de noz-moscada e cravo-da-índia, especiarias extremamente valorizadas nos mercados europeus, vendidas por mercadores árabes à República de Veneza a preços exorbitantes, com os negociantes a nunca divulgarem a localização exata da origem, pelo que nenhum europeu conseguia deduzir a sua origem.

Em 1511-1512, os portugueses foram os primeiros europeus a chegar às Molucas, em procura das afamadas especiarias. Os holandeses, os espanhóis e reinos locais, como Ternate e Tidore, disputaram o controle do lucrativo comércio de especiarias. As árvores de noz-moscada e cravo-da-Índia foram posteriormente transplantadas no mundo inteiro, o que reduziu a importância internacional da região.

(Wikipédia)