Uma fotografia a preto e branco.de Paulo Moura. Eu sei que os vossos olhos estão mais habituados à fotografia a cores, mas não é má ideia poderem apreciar fotografias como esta. É outra luz, outra maneira de ver o mundo.
Blogue dos alunos de português de 3º e 4º de ESO do IES 'M. DOMINGO CÁCERES', em Badajoz, Espanha (De 2010-09-01 a 2020-01-17)
Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Calçada portuguesa no Porto
"A minha sala de aula tem janelas abertas para o mundo"
Infelizmente, nem todas as escolas públicas são iguais. Em muitas delas o trabalho dos professores é enorme para poderem ensinar. Onde fica a escola?
Este é um excerto de um artigo de Teresa Loureiro, professora de Educação Física numa freguesia carenciada da capital portuguesa.
A minha sala de aula tem janelas abertas para o mundo! Nas paredes estão
pintados os horizontes envolventes, com tonalidades e dimensões tão reais, que
nenhum artista plástico conseguirá imitar… Com frequência se recebe a visita de uma
ou mais gaivotas que parecem querer interagir e a actividade pára, porque não se
consegue resistir a esse quadro. Estas gaivotas entram na minha sala de aula pelas
enormes janelas sem grades, vidros, estores, ou persianas. Fazem parte do cenário
vivo e envolvente retratado nas paredes da sala de aula. Na minha sala de aula até a
cor do tecto varia. Num todo harmonioso e uniforme com as paredes, o tecto reflecte
as diversas cores do firmamento, ao longo das estações do ano. De um azul límpido e
cristalino, a anunciar um maravilhoso e soalheiro dia de final de Primavera, a um cinza
cobalto, carregado e ameaçador, prenúncio de um dia de chuva e quiçá, trovoada. A
minha sala de aula tem um pé direito sem medida. A porta está sempre aberta e todos,
sem excepção, podem entrar ou sair, a qualquer momento, com toda a liberdade. Não
tem computador, nem quadro interactivo. A minha sala de aula prolonga o tempo e o
espaço do recreio da minha escola. A minha sala de aula é o espaço de recreio da
minha escola!
A minha aula? Um misto de realidade e fantasia, de desenvolvimento do plano elaborado, aditado de muito improviso, criatividade e imaginação. Uma aventura diária e constante, plena de imprevistos mais ou menos previsíveis. Sou professora de Educação Física, numa das freguesias mais jovem, mais populosa e mais carenciada de Lisboa, numa escola dos 2º e 3º ciclos do ensino básico, que abriu as suas portas há quinze anos e que abarca presentemente vinte turmas. Tenho uma sala de aula que é efectivamente o espaço de recreio da escola. Que em todos os intervalos é salutarmente invadida por dezenas de alunos que querem jogar à bola. Por este motivo não me é permitido, por não ser desejável, deixar o material preparado, de aula para aula, podendo rentabilizar o tempo útil de prática. É também com alguma dificuldade que, findo o tempo do intervalo, se consegue que os alunos mais resistentes abandonem o espaço e se dirijam às suas salas de aula, permitindo o início da aula de Educação Física.
Na minha sala de aula, os alunos cospem para o chão…
Na minha sala de aula, depois de cada intervalo, fica lixo no chão…
Na minha sala de aula há um campo que só tem… espaço. Aguarda há algum tempo, ano após ano, a colocação de duas balizas, guardadas na arrecadação e as respectivas linhas de demarcação do espaço de jogo, referenciais tão importantes, para a leccionação. Há outro campo, o maior, imponente no espaço que ocupa no todo da escola, em que as balizas apresentam ruínas de redes, vestígios de redes que já o foram, noutros tempos…
A minha aula? Um misto de realidade e fantasia, de desenvolvimento do plano elaborado, aditado de muito improviso, criatividade e imaginação. Uma aventura diária e constante, plena de imprevistos mais ou menos previsíveis. Sou professora de Educação Física, numa das freguesias mais jovem, mais populosa e mais carenciada de Lisboa, numa escola dos 2º e 3º ciclos do ensino básico, que abriu as suas portas há quinze anos e que abarca presentemente vinte turmas. Tenho uma sala de aula que é efectivamente o espaço de recreio da escola. Que em todos os intervalos é salutarmente invadida por dezenas de alunos que querem jogar à bola. Por este motivo não me é permitido, por não ser desejável, deixar o material preparado, de aula para aula, podendo rentabilizar o tempo útil de prática. É também com alguma dificuldade que, findo o tempo do intervalo, se consegue que os alunos mais resistentes abandonem o espaço e se dirijam às suas salas de aula, permitindo o início da aula de Educação Física.
Na minha sala de aula, os alunos cospem para o chão…
Na minha sala de aula, depois de cada intervalo, fica lixo no chão…
Na minha sala de aula há um campo que só tem… espaço. Aguarda há algum tempo, ano após ano, a colocação de duas balizas, guardadas na arrecadação e as respectivas linhas de demarcação do espaço de jogo, referenciais tão importantes, para a leccionação. Há outro campo, o maior, imponente no espaço que ocupa no todo da escola, em que as balizas apresentam ruínas de redes, vestígios de redes que já o foram, noutros tempos…
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Sendo educado em várias línguas
terça-feira, 21 de maio de 2013
"Os verdadeiros analfabetos são aqueles..."
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Educação em valores,
Ler faz bem à saúde
domingo, 19 de maio de 2013
Museu da Batalha distinguido no Fórum Europeu de Museus
Para além do Prémio Kenneth Hudson, o European Museum Forum (EMF), que decorreu na cidade belga de Tongeren, atribuiu também o Prémio Silletto ao Museu de Stroom em Antuérpia, na Bélgica. E houve ainda menções honrosas para museus no Azerbeijão, Letónia, Holanda e Espanha.
O Museu da Batalha já tinha sido eleito o Melhor Museu Português em 2012 pela Associação Portuguesa de Museologia (Apom), em parceria com o renovado Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, que era o outro candidato português ao prémio europeu.
Inaugurado oficialmente a 2 de Abril de 2011, o Museu da Comunidade Concelhia da Batalha conta a história deste concelho, desde a Pré-história até à actualidade. "Através das distintas áreas que disponibiliza ao público, o território concelhio é desvendado numa interessante e paradigmática viagem com mais de 250 milhões de anos e que percorre as grandes transformações registadas nos domínios da Geologia e da Paleontologia do Território.
A notícia completa no Público
A Batalha é uma vila portuguesa no Distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Pinhal Litoral, com cerca de 8 500 habitantes.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Projeto REALCE -– Último dia, sexta-feira, 10 de maio
E chegou logo o último dia, sexta-feira. Os alunos portugueses assistiram à primera aula do dia com os parceiros espanhóis. Uma vez terminada, partimos em direção ao Museu da Cidade Luis de Morales. Dois guias acompanharam-nos e deram-nos as explicações precisas para os alunos terem uma ideia da história da nossa cidade.
Lendo muito bem o texto de um dos painéis
Os excelentes dioramas da nossa Guerra de la Independencia,
conhecida pelos portugueses como Guerra Peninsular
conhecida pelos portugueses como Guerra Peninsular
Neste diorama vemos a vizinha população de La Albuera
Após um tempo de descanso para comer e beber alguma coisa e seguir em boas condições até à hora de almoço, encontrámo-nos com a guia nas Casas Mudéjares para visitarmos a Alcáçova. Entramos nela pela Porta dos Carros. Era um dia ensolarado e quente. Fizemos o percurso todo do adarve e os portugueses puderam ver a sua terra ao longe, Elvas, como sabem. No fim de contas, nós vivemos ao pé da Raia.
Uma parte dos alunos portugueses almoçou com os parceiros espanhóis nas casas destes, e uma outra parte almoçou num burger.
A partida para Castelo Branco tinha sido fixada às 17:00 h., mas foi adiada para as 18:30 por causa de os nossos parceiros terem chegado no mesmo autocarro do que outra escola daquela cidade que tinham combinado partir às 19:00.
Alguns pais dos nossos alunos disseram-nos que achavam pouco o tempo do intercâmbio, que teriam gostado de mais algum dia ou dois, mas devido a múltiplas circunstâncias não tinha podido ser de otra maneira, como eu disse a esses pais.
Foram dois anos seguidos do Projeto REALCE. O que será no futuro não sabemos. As sociedades espanhola e portuguesa estão a viver momentos terríveis.
Mas não terminemos deste modo tão triste. O que conta é que o balanço desta atividade é positivo, quer pela parte portuguesa, quer pela parte espanhola. Esperemos que não se perca o contacto entre os alunos. As nossas escolas e os professores de certeza que não vão perder!
Alguns dos alunos já combinaram encontrar-se neste verão. Meninas e meninos, as férias grandes estão aí ao alcance da mão...
Para terminar, viva a língua portuguesa e a fraternidade ibérica!
Os últimos abraços
Até à proxima!
Boa viagem!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Vai demorar muito o avião?
Beja fica no Baixo Alentejo. Em Espanha há um aeroporto sem aviões onde as pessoas foram convidadas para darem lá um passeiozinho pelas pistas. É verdade! Não ouviram falar dele?
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Projeto REALCE -– Quinta-feira, 9 de maio
Na quinta-feira 9 partimos cedo de Badajoz para Cáceres porque tínhamos um encontro marcado às 10 h da manha à porta da Câmara Municipal com o guia que ia mostrar-nos o Conjunto Monumental da Cidade Antiga.
Começámos no Arco da Estrela, seguimos até à Praça de Santa Maria, onde ao pé da estátua de S. Pedro de Alcântara, os alunos souberam da lenda que diz que aqueles que tiverem um exame e tocarem nos pés do santo, passarão. Não sei se eles tinham nos próximos dias qualquer prova, mas é claro que todos tocaram nos pés. Visitámos depois o Palácio Carvajal e a sua cisterna. A seguir, passámos pelo Palácio de los Golfines, visitámos a cripta e o Museu de Semana Santa, e a Casa del Mono.
Dado o guia ter mais um encontro marcado com outra escola de Badajoz, não foi possível visitar o Museu de las Veletas com ele. Fizemos um pequeno descanso na Praça de S. Jorge e subimos depois até à Praça de las Veletas e visitámos pela nossa conta o Museu Provincial, também com a sua cisterna, assim como a Torre de los Pozos (em baixo)
A seguir, tempo livre e almoço.
À tarde, partindo da Plaza Mayor às 16:30, demos um passeio até ao Museu de História e Cultura Casa Pedrilla e Fundação Guayasamín, onde fomos calorosamente acolhidos por Marisol Verde, que nos mostrou os dois museus, contando para isso com a ajuda de vários estudantes de Belas Artes. Antes de começar a visita, Marisol Verde perguntou se algum aluno queria provar o velho e desafinado piano que lá estava. Os nossos músicos, o Felipe e a Fátima, lá tocaram uns trechos para todos nós. Palmas!
A chamada Casa Pedrilla é uma "Casa de burguesia dos anos quarenta do século XX, do arquiteto José María López Montenegro y García Pelayo, com certo ar português." Ao pé da porta de entrada, encontra-se este painel de azulejos:
Para terem uma ideia mais completa do que lá vimos, podem ler estas palavras retiradas da página Turismo de Cáceres:
“O filho de Don Francisco Martín Pedrilla e Dona Ana de Lancaster Laboreiro foi cónsul em Cáceres durante muitos anos, talvez pela sua ascendência portuguesa.Os acervos proveem do património artístico da Diputación Provincial e donativos particulares. Desde documentação sobre personagens ilustres (da música, letras, investigação ou política), artistas plásticos, pintores e escultores (Rafael Lucenqui, Nicanor Álvarez Gata, Conrado Sánchez Varona, Juan Caldera, Eulogio Blasco, etc.), até um trajecto didáctico pela pré-história e história da Extremadura. No recinto ajardinado encontra-se a Fundação Guayasamín, com obras do insígne pintor equatoriano e mostras de Arte Precolombina e Colonial."
Voltámos para Badajoz por volta das 19:00 h.
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Começámos no Arco da Estrela, seguimos até à Praça de Santa Maria, onde ao pé da estátua de S. Pedro de Alcântara, os alunos souberam da lenda que diz que aqueles que tiverem um exame e tocarem nos pés do santo, passarão. Não sei se eles tinham nos próximos dias qualquer prova, mas é claro que todos tocaram nos pés. Visitámos depois o Palácio Carvajal e a sua cisterna. A seguir, passámos pelo Palácio de los Golfines, visitámos a cripta e o Museu de Semana Santa, e a Casa del Mono.
Dado o guia ter mais um encontro marcado com outra escola de Badajoz, não foi possível visitar o Museu de las Veletas com ele. Fizemos um pequeno descanso na Praça de S. Jorge e subimos depois até à Praça de las Veletas e visitámos pela nossa conta o Museu Provincial, também com a sua cisterna, assim como a Torre de los Pozos (em baixo)
A seguir, tempo livre e almoço.
À tarde, partindo da Plaza Mayor às 16:30, demos um passeio até ao Museu de História e Cultura Casa Pedrilla e Fundação Guayasamín, onde fomos calorosamente acolhidos por Marisol Verde, que nos mostrou os dois museus, contando para isso com a ajuda de vários estudantes de Belas Artes. Antes de começar a visita, Marisol Verde perguntou se algum aluno queria provar o velho e desafinado piano que lá estava. Os nossos músicos, o Felipe e a Fátima, lá tocaram uns trechos para todos nós. Palmas!
A chamada Casa Pedrilla é uma "Casa de burguesia dos anos quarenta do século XX, do arquiteto José María López Montenegro y García Pelayo, com certo ar português." Ao pé da porta de entrada, encontra-se este painel de azulejos:
Para terem uma ideia mais completa do que lá vimos, podem ler estas palavras retiradas da página Turismo de Cáceres:
“O filho de Don Francisco Martín Pedrilla e Dona Ana de Lancaster Laboreiro foi cónsul em Cáceres durante muitos anos, talvez pela sua ascendência portuguesa.Os acervos proveem do património artístico da Diputación Provincial e donativos particulares. Desde documentação sobre personagens ilustres (da música, letras, investigação ou política), artistas plásticos, pintores e escultores (Rafael Lucenqui, Nicanor Álvarez Gata, Conrado Sánchez Varona, Juan Caldera, Eulogio Blasco, etc.), até um trajecto didáctico pela pré-história e história da Extremadura. No recinto ajardinado encontra-se a Fundação Guayasamín, com obras do insígne pintor equatoriano e mostras de Arte Precolombina e Colonial."
Casa Pedrilla
Museu Guayasamín
Voltámos para Badajoz por volta das 19:00 h.
terça-feira, 14 de maio de 2013
O Amanhã (Simone)
Mais uma canção para os alunos do 4º ano. Eles já sabem porquê.
O AMANHÃ
A cigana leu o meu destino
Eu sonhei!
Bola de cristal
Jogo de búzios, cartomante
E eu sempre perguntei
O que será o amanhã?
Como vai ser o meu destino?
Já desfolhei o mal-me-quer
Primeiro amor de um menino...
E vai chegando o amanhecer
Leio a mensagem zodiacal
E o realejo diz
Que eu serei feliz
Sempre feliz...
Como será amanhã?
Responda quem puder
O que irá me acontecer?
O meu destino será
Como Deus quiser
Como será?...
Como será amanhã?
Responda quem puder
O que irá me acontecer?
O meu destino será
Como Deus quiser
Mas a cigana!...
A cigana leu o meu destino
Eu sonhei!
Bola de cristal
Jogo de búzios, cartomante
Eu sempre perguntei
O que será?
(O que será?)
O amanhã?
(O Amanhã?)
Como vai ser?
(Como vai ser?)
O meu destino?
Já desfolhei
(Já desfolhei!)
O mal-me-quer
(O mal-me-quer!)
Primeiro amor
(Primeiro amor!)
De um menino...
E vai chegando o amanhecer
Oh! Oh! Oh! Oh!
Leio a mensagem zodiacal
E o realejo diz
Que eu serei feliz
Sempre feliz...
Como será amanhã?
(Como será?)
Responda quem puder
O que irá me acontecer?
O meu destino será
Como Deus quiser
Como será?...
Como será amanhã?
(Como será?)
Responda quem puder
(Quem sabe é Deus!)
O que irá me acontecer?
O meu destino será
Como Deus quiser
Como será?...
Como será amanhã?
Responda quem puder
O que irá me acontecer?
O meu destino será
Como Deus quiser
Como será?...(4x)
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Projeto REALCE – Quarta-feira, 8 de maio
Primeiro dia da visita dos alunos e professoras da EBI João Roiz de Castelo Branco.
Após umas palavras do nosso Diretor para as duas professoras e os alunos portugueses (lamento não ter tirado uma boa fotografia desse momento), começou a atuação musical de dois alunos do 2º ano, a Fátima e o Felipe. Não sabem como eles tocam bem!
Depois, houve um lanche para os nossos convidados reporem forças. A seguir, lemos uns poemas em português e em espanhol. Nos breves intervalos entre as aulas, chegaram muitos alunos para ver "o que é que se passava" na Biblioteca; outros, como a Carmen Molina, que participou no intercâmbio do ano passado, veio cumprimentar o Filipe, irmão do J, um dos participantes portugueses de 2012.
Após umas palavras do nosso Diretor para as duas professoras e os alunos portugueses (lamento não ter tirado uma boa fotografia desse momento), começou a atuação musical de dois alunos do 2º ano, a Fátima e o Felipe. Não sabem como eles tocam bem!
Depois, houve um lanche para os nossos convidados reporem forças. A seguir, lemos uns poemas em português e em espanhol. Nos breves intervalos entre as aulas, chegaram muitos alunos para ver "o que é que se passava" na Biblioteca; outros, como a Carmen Molina, que participou no intercâmbio do ano passado, veio cumprimentar o Filipe, irmão do J, um dos participantes portugueses de 2012.
À tarde, tínhamos um encontro marcado: visita guiada no MEIAC (Museu Estremenho e Iberoamericano de Arte Contemporânea). No rés-do-chão do Museu, a Dra. Teresa León, do Departamento de Didáctica do MEIAC, foi comentando e apresentando a exposição MANUEL VILARIÑO - Fragmentos de un viaje. “Patrocinada por la Fundación Ortega Muñoz la muestra recoge el trabajo realizado por el fotógrafo Manuel Vilariño sobre el paisaje extremeño durante el otoño de 2012.”
Na primeira planta pudemos admirar a exposição Art Situacions. Una mirada prospectiva. “Patrocinada por la Fundación Honda, Art Situacions ofrece un atractivo mapa prospectivo de la creatividad artística más reciente en la Península Ibérica. A propuesta de un comité de expertos, participan en el proyecto diez de los artistas más destacados de las nuevas generaciones de España y Portugal.”
Quando acabou a visita no primeiro andar, tirei esta fotografia dos alunos a descerem as escadas.
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