Blogue dos alunos de português de 3º e 4º de ESO do IES 'M. DOMINGO CÁCERES', em Badajoz, Espanha (De 2010-09-01 a 2020-01-17)
Ouguela (Alentejo, Portugal) em baixo; Alburquerque (Badajoz, Espanha) ao fundo.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Carpe librum
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Grécia e Roma Antigas,
Ler faz bem à saúde
terça-feira, 18 de abril de 2017
A saudade mata a gente (Maria Bethânia + Seu Jorge)
Voltamos com a saudade, de que falámos pouco antes das férias da Páscoa... Reparem no título. Esse "a gente" não são os outros, somos nós, sou eu... (na nossa língua seria "La saudade nos mata" ou "La saudade me mata").
A dor de não ter connosco a pessoa amada, "que se foi embora", ai! Duas ótimas versões de Maria Bethânia e de Seu Jorge.
A SAUDADE MATA A GENTE
A dor de não ter connosco a pessoa amada, "que se foi embora", ai! Duas ótimas versões de Maria Bethânia e de Seu Jorge.
A SAUDADE MATA A GENTE
Fiz meu rancho na beira do rio
Meu amor foi comigo morar
E na rede nas noites de frio
Meu bem me abraçava pra me agasalhar
Mas agora, meu Deus, foi-se embora
Vai-se embora e não sei se vai voltar
A saudade nas noites de frio
Em meu peito vazio virá se aninhar
A saudade é dor pungente, morena
A saudade mata a gente, morena
A saudade é dor pungente, morena
A saudade mata a gente
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sexta-feira, 7 de abril de 2017
Nini dos meus quinze anos (Paulo de Carvalho)
Uma velha canção portuguesa de Paulo Carvalho. Tem a sua piada, não tem? A letra foi escrita pelo poeta Fernando Assis Pacheco. E dá para os alunos do 4º ano fazerem uma revisãozinha do Pretérito Imperfeito, e para os alunos do 3º ano terem uma ideia dele. Vejam só! 😊 Há tantos...
E despedimo-nos até ao regreso das férias da Páscoa! Boas férias, e leiam, faz bem à saúde!
E despedimo-nos até ao regreso das férias da Páscoa! Boas férias, e leiam, faz bem à saúde!
CHAMAVA-SE NINI
Chamava-se Nini
Vestia de organdi
E dançava (dançava)
Dançava só pra mim
Uma dança sem fim
E eu olhava (olhava)
E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Que lá no baile não havia outro igual
E eu ia para o bar
Beber e suspirar
Pensar que tanto amor ainda acabava mal
Batia o coração mais forte que a canção
E eu dançava (dançava)
Sentia uma aflição
Dizer que sim, que não
E eu dançava (dançava)
E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Os quinze anos e o meu primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Toda a ternura que tem o primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Que a vida passa
Mas um homem se recorda sempre assim
Nini dançava só pra mim
E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Os quinze anos e o meu primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Toda a ternura que tem o primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Que a vida passa
Mas um homem se recorda, é sempre assim
Nini dançava só pra mim
Gonçalo Cadilhe, escritor viajante
Na página de Gonçalo Cadilhe, que diz de si próprio ser um "escritor viajante", podemos ler estas palavras dele:
“Quando me perguntam o que me fez largar uma vida segura, um trabalho, uma casa, uma família, para viajar pelo mundo, respondo que foi exactamente o mesmo que faz com que outra pessoa não largue uma vida segura, um trabalho, uma casa, uma família — ou seja, uma ideia de nós próprios e de onde reside a nossa felicidade.”
(in “Passagem para o horizonte”)
Entrevista: "Gonçalo Cadilhe, as viagens, o surf e os livros"
Nos séculos XVI e XVII, as ilhas correspondentes à atual província das Molucas do Norte eram chamadas "Ilhas das Especiarias". Àquela época, a região era a única fornecedora mundial de noz-moscada e cravo-da-índia, especiarias extremamente valorizadas nos mercados europeus, vendidas por mercadores árabes à República de Veneza a preços exorbitantes, com os negociantes a nunca divulgarem a localização exata da origem, pelo que nenhum europeu conseguia deduzir a sua origem.
Em 1511-1512, os portugueses foram os primeiros europeus a chegar às Molucas, em procura das afamadas especiarias. Os holandeses, os espanhóis e reinos locais, como Ternate e Tidore, disputaram o controle do lucrativo comércio de especiarias. As árvores de noz-moscada e cravo-da-Índia foram posteriormente transplantadas no mundo inteiro, o que reduziu a importância internacional da região.
(Wikipédia)
“Quando me perguntam o que me fez largar uma vida segura, um trabalho, uma casa, uma família, para viajar pelo mundo, respondo que foi exactamente o mesmo que faz com que outra pessoa não largue uma vida segura, um trabalho, uma casa, uma família — ou seja, uma ideia de nós próprios e de onde reside a nossa felicidade.”
(in “Passagem para o horizonte”)
Entrevista: "Gonçalo Cadilhe, as viagens, o surf e os livros"
Gonçalo Cadilhe nas Ilhas Molucas, que pertencem à Indonésia.
Nos séculos XVI e XVII, as ilhas correspondentes à atual província das Molucas do Norte eram chamadas "Ilhas das Especiarias". Àquela época, a região era a única fornecedora mundial de noz-moscada e cravo-da-índia, especiarias extremamente valorizadas nos mercados europeus, vendidas por mercadores árabes à República de Veneza a preços exorbitantes, com os negociantes a nunca divulgarem a localização exata da origem, pelo que nenhum europeu conseguia deduzir a sua origem.
Em 1511-1512, os portugueses foram os primeiros europeus a chegar às Molucas, em procura das afamadas especiarias. Os holandeses, os espanhóis e reinos locais, como Ternate e Tidore, disputaram o controle do lucrativo comércio de especiarias. As árvores de noz-moscada e cravo-da-Índia foram posteriormente transplantadas no mundo inteiro, o que reduziu a importância internacional da região.
(Wikipédia)
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Portugueses na Ásia
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Do blogue "O linguado": Dia das pós-verdades
Dia das pós-verdades
Hoje é o dia das mentiras. Mas cuidado com o que diz: o que inventar hoje pode ser verdade amanhã!
(Publicado no dia 1 de abril no blogue O linguado)
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Cá pela minha parte, acrescento a definição desta palavra que quase acabou de nascer...
pós·-ver·da·de
(pós- + verdade)
substantivo feminino ou masculino
1. Conjunto de circunstâncias ou contexto em que é atribuída grande importância, sobretudo social, política e jornalística, a notícias falsas ou a versões verosímeis dos factos, com apelo às emoções e às crenças pessoais, em detrimento de factos apurados ou da verdade objectiva (ex.: a mentira e os boatos alimentam a pós-verdade; o tema do momento é o pós-verdade nas redes sociais). substantivo feminino
2. Informação que se divulga ou aceita como facto verdadeiro devido à forma como é apresentada e repetida, mas que não tem fundamento real (ex.: estas pós-verdades negam anos de evidências científicas). = FACTÓIDE
adjectivo de dois géneros e de dois números
3. Que atribui mais importância a notícias falsas ou não fundamentadas do que à verdade objectiva (ex.: era pós-verdade; política pós-verdade).
(Dicionário Priberam)
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De outros blogues,
Palavras,
Saber é bom
terça-feira, 4 de abril de 2017
Chega de saudade (Caetano Veloso)
CHEGA DE SAUDADE
Vai minha tristeza
e diz a ela que
sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
que ela regresse,
porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade,
a realidade é que
sem ela não há paz
não há beleza
é só tristeza e a melancolia
que não sai de mim,
não sai de mim,
não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar,
que coisa linda, que coisa louca
pois há menos peixinhos a nadar no mar,
do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços os abraços hão
de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é prá acabar com esse negócio
de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim
Vai minha tristeza
e diz a ela que
sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
que ela regresse,
porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade,
a realidade é que
sem ela não há paz
não há beleza
é só tristeza e a melancolia
que não sai de mim,
não sai de mim,
não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar,
que coisa linda, que coisa louca
pois há menos peixinhos a nadar no mar,
do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços os abraços hão
de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é prá acabar com esse negócio
de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim
Eu prefiro esta versão, que já tem uns anitos: João Gilberto mais a filha, Bebel. Apenas violão e voz.
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Música brasileira,
Saudade,
Vídeo musical
A televisão influencia?
Cuidadinho com o acento: no i, é um verbo. O substantivo, sim, é influência.
O que é que vocês acham? A televisão influencia-vos?
O que é que vocês acham? A televisão influencia-vos?
segunda-feira, 3 de abril de 2017
A Mafalda e a televisão
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Banda Desenhada e cartuns,
Humor,
Pontos de vista,
Televisão
Diagrama para resolução de problemas
otário - [Informal] Indivíduo tolo, fácil de ser enganado. = TOTÓ, TROUXA
(Priberam)
totó - 6. [Portugal, Informal] Que ou quem demonstra falta de habilidade, inteligência ou desembaraço (ex.: ela é tão totó que nem percebeu o que aconteceu; cambada de totós!). = ATADO, NABO, PALERMA, PARVO
(Priberam)
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Humor,
Palavras que não se parecem com as nossas
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